terça-feira, dezembro 30, 2014

sábado, dezembro 27, 2014

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quarta-feira, dezembro 24, 2014

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sábado, dezembro 20, 2014

sexta-feira, dezembro 19, 2014

quinta-feira, dezembro 18, 2014

How To Find Your True Self

Get rid of the old habits and attitudes


"To relinquish the attitudes that have kept us from knowing who we really are is part of finding the true self." - Dr. Joe Dispenza
One of the biggest lies we have come to believe about ourselves and our true nature is that we are nothing more than physical beings defined by a material reality, devoid of dimension and vital energy, and separate from God—which I trust you know by now is within us and all around us. To keep the truth about our real identity from us is not only enslaving, but it asserts that we are finite beings living a linear life that lacks real meaning.
Creating A New Mind 
The assertion that there are no realms and no life beyond our physical world and that we have no control over our destiny is not a “truth” that you and I should ever believe in. You are a multidimensional being who creates your reality. Helping you accept this idea as your law and new belief has been my labor in my book. Breaking the Habit of Being Yourself means that you are going to have to lose your mind and create a new one.
But when we fully lay down the old, familiar life or mind and start creating the new, there is a moment between the two worlds that is bereft of anything we know, and most rush back from this void to the familiar. That place of uncertainty—the unknown—is what the maverick, the mystic, and the saint know to be fertile ground.
To live in the realm of the unpredictable is to be all potentials at once. Can you become comfortable in this empty space? If you can, you are at the nexus of a great creative power, the “I am.”
Break From The Chains of the Mundane 
To biologically, energetically, physically, emotionally, chemically, neurologically, and genetically change ourselves and to stop living by the unconscious affirmation that competition, strife, success, fame, physical beauty, sexuality, possessions, and power are the be-all and end-all in life is when we break from the chains of the mundane. I fear that this so-called recipe for ultimate success in life has kept us looking outside of ourselves for answers and true happiness, when the real answers and true joy have always been within.
Change From Within
So where and how do we find our true self? Do we create a persona that is shaped by associations with the outer environment, which perpetrates the lie? Or do we identify with something within us that is as real as everything outside us, and create a unique identity, which has awareness and a mind that we can emulate?
That’s right—it is that infinite resource of information and intelligence, personal and universal, that is intrinsic to all human beings. It is an energetic consciousness that is filled with such coherence that when it moves through us, we can only call it love. When the door opens, its frequency carries such vital information that it changes who we are from within.
Breaking Old Habits
Our problem is that we have developed habits that limit our true greatness. The survival emotions, which are so addictive, cause us to live with limitation, feeling separate from the Source, and forget we are creators. In fact, the corresponding states of mind that correlate with stress truly are the reasons why we are controlled by our emotions, live by a lower denominator of energy, and are enslaved by a set of beliefs rooted in fear. These so-called normal psychological states have been accepted by most as ordinary and common. They are the real “altered states” of consciousness.
Hence, I want to emphasize that anxiety, depression, frustration, anger, guilt, pain, worry, and sadness—the emotions regularly expressed by billions of people—are why the masses live life knocked out of balance and altered from the true self. And maybe the supposed altered states of consciousness achieved in meditation during true mystical moments are actually “natural” human states of consciousness that we should strive to live by on a regular basis. I accept that contention as my truth.
It’s time to wake up and to be the living example of the truth. It’s not enough to espouse these understandings; it’s time to live them, demonstrate them, and be “at cause” in all areas of our lives. When you and I “in-body” such ideals as truth, and make it a habit, then it innately becomes part of us.
Making New Habits
Since we are wired to create habits, why not make true greatness, compassion, genius, ingenuity, empowerment, love, awareness, generosity, healing, quantum manifestation, or divinity our new habits? To remove the layers of personal emotions we decided to memorize as our identity; to shed our selfish limitations that we have given such power to; to abandon false beliefs and perceptions about the nature of reality and self; to overcome our neural habituations of destructive traits that repeatedly undermine our evolution; and to relinquish the attitudes that have kept us from knowing who we really are . . . are all part of finding the true self.
There is an aspect of the self that is a benevolent being who waits behind all of those veils. This is who we are when we are not feeling threatened; fearing loss; trying to please everyone; racing to succeed and scrambling to get to the top at any cost; regretting the past; or feeling inferior, hopeless, desperate, or greedy, just to name a few. When we overcome, and remove whatever stands in the way of our infinite power and self, we are demonstrating a noble deed, not only for ourselves but for all of humanity.
So the greatest habit you will ever break is the habit of being yourself, and the greatest habit you will ever create is the habit of expressing the divine through you. That is when you inhabit your true nature and identity. It is to inhabit self.
Joe Dispenza, D.C., the author of Evolve Your Brain, studied biochemistry at Rutgers University and holds a Bachelor of Science degree with an emphasis in neuroscience. One of the scientists, researchers, and teachers featured in the award-winning film What the BLEEP Do We Know!?, Dr. Joe has lectured in more than 24 different countries, on six continents, educating people about the functions of the human brain. He has taught thousands how to reprogram their thinking through scientifically proven neurophysiological principles.

terça-feira, dezembro 16, 2014

quinta-feira, dezembro 11, 2014


Todos nós enfrentamos dias ou momentos difíceis. É uma parte da vida. Mas a forma como você reage, pensa e age durante esses momentos difíceis faz uma grande diferença. Com um conjunto de hábitos saudáveis e estratégias mentais assertivas a visão da vida pode mudar de uma maneira muito satisfatória e notável.  Irei apresentar cinco das minhas dicas favoritas para melhorar o otimismo na sua vida. Fundamentos que os nossos ancestrais utilizaram eficazmente durante milhares de anos. Estou certo que ainda continuam atuais e de grande importância.


Talvez possa parecer-lhe como se tivesse estado no mesmo tipo de vida e preso nos mesmos hábitos por tanto tempo, que você ficou preso permanentemente no seu caminho. Mas não tem que continuar a ser dessa maneira. O que mais pode estar a travar a sua mudança pode ser a comparação. Provavelmente você olha para onde gostaria de estar ou ter, e comparativamente ao momento em que se encontra ou relativamente ao que tem, existir uma grande discrepância. Esta perceção pode conduzi-lo à paralisação. Você acha que o caminho é muito longo ou impossível de ser feito. Digo-lhe, você pode não ser capaz de mudar a sua vida para melhor agora. Mas se trabalhar com o que você tem, e aceitar onde você se encontra agora, pouco a pouco, com pequenos passos é possível percorrer o caminho da mudança.
Faça apenas uma pequena mudança, se isso é o que é possível no momento. Essa pequena mudança e o sucesso desse pequeno avanço irá dar-lhe confiança e otimismo, e você pode continuar a conquistar pequenas vitórias que podem conduzi-lo à grande mudança.
“Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje e fazer um novo fim.”  - Maria Robinson


É fácil deixar que os pensamentos negativos tomem controle da nossa mente e possamos criar cenários catastróficos a partir de um acontecimento menos agradável. Quando esse acontecimento incómodo faz disparar um gatilho emocional, em consequência a pessoa pode ter tendência para entrar numa espiral de negatividade, e com isso ver problemas em todo o lado. Então, o que você pode fazer sobre isso? Uma técnica muito útil e de fácil aplicação pode ser implementada em dois passos:
Passo 1: Quando você detetar que está a ficar fora de controle, diga para si mesmo, Para! Esta palavra funciona como uma voz de comando. Funciona como um gatilho de interrupção da escalada de pensamentos negativos que você estaria a iniciar. Esta é uma das técnicas que explico na minha palestra: Como Melhorar a Autoestima e Autoconfiança. Neste caso, isso simplesmente significa que assim que você se torna consciente de que está começando a fazer uma tempestade num copo de água, você deve usar o gatilho de interrupção: PARA! Ou algo semelhante, como por exemplo: Não, não, não, não vou por este caminho novamente.
Passo 2: Ampliar a perspectiva. Depois de você ter travado a avalanche de cenários catastróficos, faça uma questão de perspectiva futura. Qual a importância deste assunto daqui a seis meses ou um ano? Ou até duas ou três semanas? A resposta é quase sempre, nenhuma importância. Estou certo que nesse momento a sua mente começará a ficar calma, e você retomará o controle da situação, sem sair prejudicado.


A vida ausente de problemas seria vazia. Desde que nascemos a vida é construída na superação de dificuldade e problemas. Foi assim que todos nós aprendemos a andar. Caímos, levantámo-nos, voltámos a cair, voltámos a levantar-nos e assim sucessivamente até caminharmos seguros de nós mesmos. No entanto, à medida que vamos crescendo, parece que ficamos menos resilientes perante os problemas e dificuldades. E com isso, vem o abatimento, evitamento, desesperança, decepção, vitimização, entre outras coisas. Se partirmos do principio que a vida irá sempre colocar-nos à prova, no momento que enfrentamos a dificuldade devemos tentar perceber que com isso poderá vir também o retorno positivo da superação.
Obviamente que alguns problemas infligem dor e sofrimento, e alguns chegam mesmo a serem insuperáveis ou a fazerem-nos sentir a perda. Ainda assim cabe a cada um de nós, olhar o outro lado. Se você visualizá-los de uma forma útil e otimista, isso não garante que você deixe de sentir dor. Mas eles tendem, na grande maioria das vezes a prejudicarem muito menos, ou até mesmo conduzi-lo a construir um caminho em que possa ver um novo significado.
Por exemplo, algumas pessoas detestam a falha ou o fracasso, o que perante essa situação pode conduzi-las a evitar aquilo em que sentiram o insucesso. Deixam de arriscar para não verem o seu ego ser ferido. Esquecem assim a benção da falha. Esquecem que no outro lado do fracasso e falha vive a possibilidade de melhoria e de descoberta, de como ser bem sucedido. Mas para isso é necessário ver a utilidade do problema.
Importa assim ver os problemas de forma diferente e agir sobre eles de maneira útil. Por exemplo, perguntando:
§  O que posso aprender ao superar esta situação?
§  Como pode essa experiência ajudar-me a longo prazo?
§  O que irei perder se ficar travado na resignação perante a dificuldade?
§  Que habilidade ou força poderei desenvolver ao enfrentar positivamente o problema?
“O que nos parece serem provações amargas são muitas vezes bênçãos disfarçadas.” - Oscar Wilde


As preocupações excessivas e irrealistas podem ser muito destrutivas. Mas a maioria das coisas que você teme que aconteçam, provavelmente nunca acontecem. São apenas pesadelos ou cenários improváveis construídos na sua própria mente. E se acontecerem, na maioria das vezes não são tão dolorosos ou ruins como você esperava. Preocupar-se é na maioria das vezes apenas um desperdício de tempo ao qual você dedica muita da sua energia e atenção. Claro que a preocupação tem o seu benefício, mas apenas o tempo suficiente para elaborar uma solução ou minimização do problema em mãos. Eu sei, isto é mais fácil de dizer do que fazer. Então o que você pode fazer sobre isso?
Apresento 4 passos que explico na minha Palestra em Vídeo: Como Libertar-se da preocupação excessiva:
Passo 1: Aceitação. Você deverá aceitar o incómodo da sua preocupação. Não ficar demasiado preocupado por estar preocupado, pode aliviar-lhe o fardo do conteúdo daquilo que o está a incomodar. Aceitando isso como normal de acontecer. Dessa forma você consegue fazer uma avaliação funcional do problema ao invés de uma avaliação emocional.
Passo 2: Ativação. Você sente o seu corpo a ficar mais ativo e alerta. O que na verdade também é natural. Isso funciona como proteção da possível consequência daquilo que o preocupa. Os pensamento de ruminação são comuns para que você possa assegurar-se que está seguro. Não fique alarmado por experienciar algumas sensações desagradáveis no corpo. Essas sensações são energia a ser libertada para que a possa utilizar para encontrar uma solução. Use isso a seu favor, sem sentir que está em perigo.
Passo 3: Desapego. Como você pode lidar eficazmente com o conteúdo da sua preocupação em forma de ruminação e sensações desagradáveis? Importa perceber que você não se resume aos seus pensamentos negativos e sensações desagradáveis. Você está preocupado, mas não é a sua preocupação. Então pode agir sobre o que está a pensar e regular o seu pensamento. Pode distanciar-se do que pensa e sente, e construir novos pensamentos ou dirigir a sua atenção para outro cenário. Um cenário mais positivo e realista.
Passo 4: Ações orientadas. Em seguida você deverá focar a sua atenção em ações orientadas nos seus valores, naquilo que é significativo e pretende alcançar. O alvo da sua atenção e pensamento, deverá ter na base os seus valores, objetivos e desafios, para que você possa colocar em marcha um conjunto de ações alinhados com aquilo que pretende. Este objetivos não devem ser baseados nos medos, receios, dúvidas e proteção excessiva, mas sim, alinhados com o crescimento e obtenção de resultados satisfatórios. Assim você fica no caminho da sua qualidade de vida.
“Quando eu olho para trás para todas estas preocupações, lembro-me da história do velho homem, que disse no seu leito de morte que ele tinha um monte de problemas na sua vida, a maioria dos quais nunca tinha acontecido.”  - Winston Churchill


Dedique todos os dias algum do seu tempo para responder às seguinte pergunta: “O que eu fiz bem hoje?” Este simples hábito promove o otimismo numa base regular. O foco na situação real vivida, ajudam-no a construir autoconfiança, o que é extremamente importante para o sucesso. Em alguns dias a resposta talvez seja negativa, o que acredito ser pouco provável, pois certamente acabará sempre por realizar algo de valor nas 24 horas do seu dia. Mas, caso esse dia possa ter sido catastrófico devido à ausência de realizações positivas, não desespere, acione o pensamento otimista. Acione o passo 3 anteriormente descrito.
Em seguida, tente perceber onde esteve menos bem, e depois perspective um cenário em que se visualiza a ter ações que pudessem ter tido mais êxito. Grave isso na sua memória. Certamente o salto será positivo, pois acabou por aprender algo de valor para o futuro.
Miguel Lucas

terça-feira, dezembro 09, 2014

segunda-feira, dezembro 08, 2014

9 hábitos tóxicos que aniquilam a sua motivação

A motivação gera-nos grande impulso para a ação face aos objetivos que pretendemos alcançar ou sonhos que queremos realizar. Quando nos sentimos motivados emerge uma força de vontade enorme que facilita a obtenção do que desejamos. Indubitavelmente a motivação é uma força em ação que promove a realização daquilo que nos é significativos. Mas por vezes, no percurso para sermos bem sucedido deparamo-nos com alguns obstáculos que podem promover alguns maus hábitos que aniquilam a motivação. São hábitos que nos colocam num estado emocional desfavorável, retiram-nos foco, objetividade e promovem o desenvolvimento de crenças disfuncionais. Para nos sentirmos realizados é muito importante termos um enorme impulso face a algo que nos é significativo, mas importa igualmente certificarmo-nos que alguns dos nossos comportamentos não se viram contra nós mesmos.
Apresento 9 hábitos tóxicos que fazem diminuir a sua motivação: 


Perseguir a perfeição é a maneira mais rápida de aniquilar a sua motivação. Se você evita começar algo ou não se propõe a algum desafio ou projeto porque julga não conseguir realizar a tarefa na perfeição, certamente gerou a crença disfuncional de que tem de ser perfeito em tudo o que faz. O seu perfeccionismo transformou-se numobstáculo à sua motivação. Você desenvolveu um pensamento de tudo ou nada. Ou faz na perfeição ou não vale a pena fazer. O que pode prejudicá-lo sempre que você não se perceciona vir a ser totalmente eficaz ou a realizar algo na perfeição. Da próxima vez que você estiver trabalhando num projeto, diga a si mesmo que está no processo de melhoramento. Que o que está a realizar não é algo acabado, e que pode ser melhorado à medida que vai avançando. Isto permite que se proponha a iniciar aquilo no qual poderá ter ficado paralisado. Ter algo feito é melhor do que nunca iniciar nada.


Estar constantemente a comparar-se aos outros pode ser uma das maneiras mais fáceis de perder a motivação. Quando nos comparamos aos outros (aqueles que têm mais ou obtém melhores resulsados que nós) e isso faz disparar autoavaliações negativas, conduzindo-nos a um diálogo autocrítico negativo, tendemos a diminuir os nossos níveis de energia e a aumentar a descrença nas nossas capacidades, habilidades ou esforços. Quando nos comparamos por defeito, por estarmos “abaixo” dos outros, no retorno, podemos ter a perceção de uma grande discrepância entre o que os outros estão a alcançar e aquilo que nós não estamos a conseguir, levando-nos a desistir. Foque-se naquilo que julga conseguir realizar, e se percecionar que não está a obter o que deseja, oriente a sua atenção para estratégias que possam aumentar a probabilidade de ser bem sucedido.


Se você não acreditar em você mesmo, quem o fará? Pare de perder tempo e energia botando-se para baixo. Da próxima vez que você se estiver sentindo para baixo, force-se a pensar em alguma coisa que você faz bem. Foque a sua atenção nas suas forças, naquilo que são as suas habilidades. Se tiver dúvidas, pergunte a um amigo chegado. Não faças avaliações do seu valor baseando-se apenas em filtros negativos. Ou seja, não olhe apenas para aquilo que não conseguiu realizar ou atingir. Recorde dos seus feitos, mesmo que sejam coisas insignificantes. Foque a sua atenção naquilo que é positivo, e se mesmo assim não for suficientemente positivo, trabalhe naquilo que pode melhorar. Deixe de se vitimizar. Faça o que pode fazer.


A melhor maneira de promover o sucesso nas suas ações e comportamentos é executando passo a passo, pouco a pouco. Concentre-se nas tarefas que você deseja concluir. Você pode olhar para o grande objetivo, mas deve focar as suas energias nas pequenas coisas, para que as pequenas coisas se transforme em grande coisas.


Se você não tem metas, você não irá promover a sua motivação porque não sabe para onde está indo. Você precisa descobrir onde você quer ir e , em seguida, empenhar todos os seus esforços, energia e dedicação nos seus objetivos. Se você não sabe por onde caminhar, pode ir ter a um lugar que não deseja. Não ter metas é como tentar encontrar um novo restaurante sem um endereço. Você pode ter sorte de vez em quando, mas certamente vai ficar deambulando a maior parte do tempo.


Se você não se incentiva a si mesmo, está a dar um tiro nos seus próprios pés. Construa o seu alfabeto motivacional. Formule um conjunto de palavras, imagens mentais, gestos, músicas, ou qualquer coisa que possa funcionar como um gatilho que faça disparar em você mesmo uma vontade enorme para a realização dos seus objetivos. Ao encontrar uma maneira de encorajar a si mesmo você vai sentir-se mais recompensado e motivado. Lembre-se, trate-se da mesma maneira que você espera que os outros o tratem.


Uma das formas primárias mas primordiais é o descanso. Se você não descansa devidamente, se não recupera do seu esforço do dia a dia, certamente irá ver a sua motivação afetada. A motivação faz uso da nossa energia disponível, e é negativamente afetada quando andamos exaustos. Certifique-se que agenda devidamente e intencionalmente a sua recuperação e energização. Dedique algum do seu tempo ao lazer e a atividades relaxantes que você gosta de realizar.


Você precisa alimentar a sua motivação com novas ideias. Se você entra num estado rotineiro de pensar e fazer sempre as mesmas coisas, o ânimo, curiosidade e criatividade tendem a cristalizar-se. Mantenha a sua mente ativa. Mantenha-se informado dos assuntos que gosta, desenvolva-os, leia, troque opiniões, fale com outras pessoas. O poder criativo que todo nós comportamos é a porta de entrada para novas ideias. Se você desenvolver uma mentalidade de melhoria e de desenvolvimento pessoal, a sua mente manter-se-á ativa, aumentando a probabilidade de surgirem novas ideias e você sentir-se mais motivado.


Se você persegue um determinado objetivo e existem distrações, vícios ou comportamentos parasitas que interferem com o seu foco prioritário, é importante trabalhar na sua autodisciplina. Esforce-se para realizar uma lista das principais distrações que você tem que o impedem de realizar o que mais importa. Ganhe consciência daquilo que o afasta dos seus objetivos. Depois devolva o poder a você mesmo. Organize o seu tempo. Não tem de deixar de fazer algumas das coisas que servem de escape da sua vida. O que tem de fazer é organizar-se e decidir os momentos que pretende dispensar a cada uma dessas atividades.

sábado, dezembro 06, 2014

quinta-feira, dezembro 04, 2014

terça-feira, dezembro 02, 2014


Consideremos esta curiosa frase, do autor Mark Twain: “Mantenha-se afastado de pessoas que tentam desapreciar as suas ambições. As pessoas pequenas fazem sempre isso, mas as realmente grandes fazem-no sentir que você, também, se pode tornar grande.” A partir deste ponto, quantas pessoas – as quais você deixa fazerem parte da sua vida – lhe ocorrem à mente? O seu coração neste momento alegra-se por descobrir que está rodeado de “pessoas grandes” ou, pelo contrário, verifica com ressentimento que tem empregue muito do seu tempo e energia em pessoas que o fazem sentir mal, ou que o devolvem a uma constante sensação de fracasso ou de incompreensão?...

Sente que deveria ter uma voz mais activa na sua família ou relacionamentos? Conseguir estabelecer limites com os colegas de trabalho? Quem sabe conseguir valorizar-se perante um amigo explorador ou enfrentar o ‘bullying’ na internet? Não é tarde, nem é cedo! Perante todos estes problemas reais, hoje propomos-lhe que fique a conhecer algumas estratégias para lidar com pessoas ou situações “tóxicas” na sua vida. 

Em primeiro lugar, talvez seja interessante começarmos por definir o que é uma “pessoa tóxica”. Alguém tóxico é alguém que apenas se queixa e lamuria, despejando sobre você o seu lixo emocional (mas que não faz nada para mudar a situação). Noutras palavras, alguém que não lhe é favorável no sentido de, recorrentemente, ter o "condão” de o fazer sentir-se mal. Alguém que o “bota abaixo” sistematicamente, a si e às suas ideias, decisões, projectos ou ambições (sobretudo se os mesmo de alguma forma puderem concorrer para o seu bem-estar e/ou sucesso). E, voltando ao assunto, porque é importante desintoxicar-se de pessoas negativas na sua vida? As pessoas tóxicas ou negativas são pródigas em afastá-lo dos seus objetivos pessoais, ‘adubando’ a sua mente de impossibilidades e fazendo da dúvida um ‘plantio’ na sua cabeça. A energia negativa que trazem interage com o seu próprio campo energético, para não mencionar os contributos que dão ao seu (aumento de) ‘stress’ e ansiedade. Note, porém, que a sua saúde e bem-estar é uma responsabilidade inteiramente sua e não uma “benesse” que algo ou alguém lhe podem conceder ou não. Por isso, você tem um papel activo nisto de saber ou não cuidar-se! E se você busca mudanças positivas na sua vida, necessita de espaço e condições para que as mesmas aconteçam. Manter-se em situações ou relacionamentos tóxicos, permitindo que estes impregnem os seus dias de negativismo, irá impedir que as oportunidades para o sucesso se manifestem. Por outro lado, libertar-se de pessoas tóxicas irá criar espaço para que outras pessoas (de preferência, positivas!) possam entrar, o que promoverá, incentivará, apoiará e ajudará o seu processo e crescimento como pessoa. Vamos a isto:

1. Decida o quanto você (se) vale a pena. Você precisa sentir-se digno e merecedor de alcançar os seus objectivos no sentido de se transformar na pessoa que quer ser. Deixar de parte qualquer fonte de destrutividade na sua vida irá ajudá-lo a chegar lá mais rapidamente. Trata-se de um compromisso consigo mesmo, propondo-se a fazer as mudanças necessárias por e para si, não deixando que a culpa o mantenha no mesmo lugar.

2. Identifique as pessoas ou os factores tóxicos na sua vida. Um truque simples e muito eficaz é perceber com que tipo de pessoas você tende a se sentir pior depois, do que antes de ter começado a falar com elas. Por norma, os seus níveis de energia baixam e você fica frustrado e/ou aborrecido. É que sabe, existe uma grande diferença entre alguém que partilha consigo as suas lutas e desafios vs. alguém que reclama constantemente. Uma das diferenças é esta: alguém que está verdadeiramente em dificuldades está disposto a ouvir um feedback construtivo e está aberto a mudar (e muda). Por outro lado, os chorões e queixosos não querem mudar e, essencialmente, só desejam que você sinta pena deles ou pretendem ‘sugar’ a sua atenção. Para além do espectro tóxico e drenante da sua energia pessoal, frequente e subtilmente denotam algum tipo de hostilidade ou crítica dirigida a si. Não temos de ser “venenosos” ao expressar os nossos pontos de vista uns para com os outros e isso, como é óbvio, afecta-o negativamente.

3. Deixe-os ir. Sem medos e sem culpas de os evitar. Utilize qualquer método que ache adequado (não atender chamadas, distanciar-se, etc.) mas não tem de se justificar ou dar demasiadas explicações por apenas querer proteger-se e defender-se com as suas acções das interferências nocivas na sua vida. Se lhe parecer o correcto, faça-o com suavidade, graça e… amor! Indirectamente isso até lhes acaba por ser benéfico, pois é uma oportunidade perdida que eles (não) encontram para irradiarem só mal-estar. Mostre-lhes, porém, que permanecerá aberto a eles na possibilidade de os apoiar, a partir do momento em que mostrem querer ou estar prontos para adoptarem uma postura mais construtiva/positiva, retomando eventualmente a relação. 

4. Não se culpe. Mais uma vez, voltemos ao tópico 1): você vale a pena. Se não for você mesmo o seu melhor amigo, quem o será? Se não for você a moldar a sua própria vida, há sempre algo ou alguém que o fará. Mas perceba que se você não cuidar de si, ninguém o fará por si. Você não está propriamente a abandonar alguém, mesmo que à primeira vista possa sentir-se assim. Há uma diferença monumental entre abandonar alguém e deixá-las ir para que ambos (você e elas) encontrem o seu espaço, o seu próprio caminho. Se por acaso você até já tentou mostrar-lhe alternativas, ou fazê-las contemplar outros prismas para mesma realidade, encorajando-as nesses sentidos, mas nada, absolutamente nada, parece surtir qualquer efeito nas suas atitudes, então talvez deva concluir que não é você nem o que possa dizer ou fazer que terá o potencial de transformar os pensamentos ou comportamentos das pessoas tóxicas. Em todo o caso, você não tem a obrigação ou mesmo o direito de “mudar” quem quer que seja. E muitas vezes o sentimento por detrás em relação a manter estas pessoas na sua vida, é esse, o de achar que “deve” ou “tem de”, por culpa ou medo. As pessoas crescem e mudam, este, sim, é um direito que a todos assiste. E isto aplica-se a familiares ou “amigos” de infância (em especial, os que mostram não querer crescer… ou mudar), a bem da evolução! 

5. Bring in the positivity, baby! Rodeie-se de pessoas positivas e optimistas. Este é o tipo de pessoas através das quais você se sente apoiado, protegido e nutrido emocionalmente quando estão por perto. Escutam-no, valorizam as suas capacidades e incentivam as suas iniciativas por mais arriscadas ou assustadoras que possam parecer (apenas por saberem e respeitarem que isso para si pode ser importante). Normalmente, são estas também as pessoas que você respeita e admira, pois sabe que fizeram alguma coisa por si mesmas ou pelos outros para superar qualquer situação na vida, tendo tido a coragem para vencer ou mudar! 

Faça como as árvores que libertam as folhas mortas no Outono, prontas para receber as folhas novas e viçosas da Primavera vindoura. Elas, as folhas, na natureza, sabem que isso é uma condição fundamental para se ter flores e frutos na nova estação… Aproveite então, por estes dias, para fazer uma “limpeza” na sua casa emocional. Plante a planta da felicidade, se quiser colher felicidade… Você colhe o que planta. Não plante tomates para esperar colher alfaces... Parece um conceito tão simples e directo, não é? No entanto, e até culturalmente, temos um péssimo hábito de cultivar a inveja, a culpa e o ressentimento com a expectativa de colher satisfação, respeito e realização. Desintoxique a sua casa física. Desintoxique a sua casa emocional. Desintoxique a sua vida (e sinta-se bem com isso!).