segunda-feira, outubro 13, 2014

Minha Depressão




Fui há 2 semanas ao Reumatologista e tive a fazer o ponto de situação da fibromialgia. No meio da conversa de temas variados, toca no ponto da depressão, que me começou a remoer por dentro.
Conforme o tempo vai passado, a depressão instalou-se e tornou-se cíclica. Sempre resisti em tomar meditação, visto que devemos atacar o motivo da mesma. Comecei a fazer a fazer psicoterapia, em que se definiu o que me faz sentir mal e metodologias para trabalhar esses temas. Pouco a pouco fomos descascando a cebola. Certos assuntos foram-se resolvendo, outros não. Falar disto e mexer nisto não é fácil e levou-me a ir ao psiquiatra, pois fui me abaixo, mas sempre mantive a psicoterapia. Não é fácil acertar na meditação, alguma faz nos mais mal do que bem e quando encontramos uma que nos faz bem, até parece milagre. Infelizmente, na minha situação, o benefício teve um elevado preço, engordei 24 quilos. Estou obesa. Cheguei ao ponto em que não posso continuar a tomar continuadamente esta medicação, pois está a prejudicar-me em termos de saúde e de autoestima. Lá vamos ter mais uma conversa e testar novo medicamento. Um dos grandes problemas é a minha oscilação de humores e no tempo mais quente não sinto necessidade de anti depressivo.
Na minha opinião deveria tomar um regulador de humores, que não engorda-se e quanto ao antidepressivo seria ideal tomar na época fria. Contudo Reumatologista não é dessa opinião, para ele deveria tomar anti depressivo para sempre e o regulador de humor seria um extra, que até me podia ajudar a emagrecer. Quando ao psiquiatra, é da opinião que se tem de tomar o anti depressivo mínimo de 6 meses para fazer efeito e ir vendo como as coisas correm. Claro que o que vem a mente de imediato é seguir indicações médicas, mas já me deram coisas que fizeram muito mal com as melhores intenções e se não fossemos médicos de nós mesmo e tivesse tido o discernimento de parar, teria tido consequência gravíssimas. E estes 24 quilos o que faço a eles? Fácil para o reumatologista, é mexer-me e fechar a boca. E todas as dores da fibromialgia e as lesões que tenho, que me limitam? Há pois é, tem de fazer algo que se adapte. O que é que se adapta? Pouca coisa, dahhh… Para o Reumatologista, a depressão é um problema químico, é crônica, típico de fibromialgia. Ando sempre em ciclos, pois tudo depende do meu mau estar físico por consequência psíquico, da variação emocional e da minha extrema sensibilidade. Tenho momentos de neura, de raiva, de tristeza e de choro, em que chego ao desespero, estou farta desta vida. Esta não era a vida que queria para mim. Sinto que o universo me roubou a vida e me amaldiçoou. Fui injustiçada. Sinto uma grande revolta por esta doença não ter cura. Sei de um caso que conseguiu eliminar na grande maioria os sintomas com grandes alterações que efetuou na sua vida. Contudo com o passar dos anos, sintomas voltaram e perdi a esperança que um dia conseguiria dizer adeus para sempre a fibromialgia.
Vou iniciar um novo anti depressivo, o que é que isto vai dar? Deixei de ter grandes esperanças nestas coisas. Não sei se é bom ser obesa com mente equilibrada ou sem aumento de peso e completamente deprimida, em que a minha vida se torna um inferno. Infelizmente, interrompi o anti depressivo anterior em Junho e até a data não emagreci nada de nada. Nos últimos tempos tenho tido muita fome, pouco controle.
Precisava desabafar.
Beijos de Luz

6 boas razões para começares a meditar


Gosto de meditar. Deixei de o fazer só 5 minutos, agora estendi o tempo para cerca de 20 minutos. Só tenho pena de ainda não praticar diariamente. Apesar de o fazer com mais frequência, sinto que colheria mais benefícios se o fizesse todos os dias.

Ultimamente tenho preferido a meditação guiada, onde uma voz calma me vai indicando o que fazer. Não sei é o que se passa comigo... das últimas vezes que o fiz, acalmei de tal forma, que... bem... adormeci. Apesar de não ser propriamente esse o objectivo da meditação, até fico satisfeita. A minha meta pessoal é conseguir através da meditação gerir melhor as minhas emoções, acalmar, dormir melhor e, se possível, tornar mais activas as áreas cerebrais relacionadas com o optimismo e a felicidade.

A verdade é que existem uma série de boas razões, comprovadas pela ciência, que indicam que meditar nos faz bem ao corpo e à mente. Daí o meu objectivo, de pretender meditar numa base diária. Eis 6 boas razões para também tu começares a meditar:

1 - A meditação ajuda-te a dormir melhor
Investigadores da Universidade do Minnesota analisaram a relação entre a meditação mindfulness e o sono, em sete estudos diferentes. E a verdade, é que concluíram que esta prática ajuda algumas pessoas a dormir melhor. Uma explicação é o facto da meditação reduzir hormonas do stress, como o cortisol, que interferem com o sono. Por outro lado, rompe ainda com o ciclo obsessivo de temer não ser capaz de adormecer. Pessoalmente, comprovo que tenho dormido melhor.

2 - A meditação reduz o stress e a ansiedade
Como referi acima, estudos recentes comprovaram que a meditação pode baixar os níveis de cortisol, uma hormona do stress, no nosso organismo. Um outro estudo de Fadel Zeidan, um neurocientista cognitivo da Wake Forest School of Medicine, comprovou que os níveis de ansiedade diária diminuíam cerca 39%, após apenas 20 minutos de meditação mindfulness. Isto é possível, pelo facto da meditação nos ajudar a estar mais conscientes das nossas experiências imediatas, como se fôssemos simples observadores, ao invés dos pensamentos nos comandarem e de estarmos a ruminar sobre preocupações passadas ou futuras.

3 - A meditação melhora a tua capacidade de concentração
De acordo com Fadel Zeiden "A meditação mindfulness melhora a tua capacidade para manteres a atenção e regulares as distracções emocionais". Num estudo conduzido por este neurocientista, pessoas que fizeram sessões de meditação de 20 minutos em apenas 4 dias, conseguiram sair-se significativamente melhor em testes cognitivos cronometrados, comparativamente a um grupo de controle. Isto foi possível, porque as pessoas que meditaram, ao contrário das outras, foram capazes de ignorar o temporizador e simplesmente concentraram-se na tarefa que tinham em mãos.

4 - A meditação torna mais activas as áreas cerebrais relacionadas com o optimismo e a felicidade
Muitos de nós interpretam de forma automaticamente negativa, os acontecimentos do dia-a-dia. Assumem que o pior vai acontecer, pensam o pior de si mesmos, dos outros e do mundo. Esta forma de pensar é meio caminho andado para a depressão. Contudo, a meditação pode reverter esse quadro. Foi comprovado que bastam 5 minutos de meditação por dia, para ao fim de 4 ou 5 meses, ocorrerem mudanças significativas na actividade eléctrica do nosso cérebro. Com o recurso a equipamento próprio, é possível observar mudanças na estrutura cerebral, ou seja, as áreas  cerebrais relacionadas com o optimismo e a felicidade ficam claramente mais activas. Desta forma, o pensamento positivo torna-se mais automático e os sintomas de depressão diminuem.

5 - A meditação melhora a tua vida sexual
A tua vida sexual pode melhorar com a meditação, uma vez que esta aumenta as conexões e o tamanho de uma área cerebral chamada ínsula, responsável pela coordenação das emoções e importante para a consciência. Mas a relevância disto é que o reforço da ínsula, após o treino de meditação, ajuda algumas mulheres a prestarem mais atenção à excitação sexual, contribuindo para o aumento em quantidade e qualidade dos orgasmos.

6 - A meditação melhora a tua saúde e ajuda-te a viver mais tempo
A verdade é que a meditação fortalece o sistema imunitário. Num estudo realizado no ano passado, pessoas que que praticaram meditação durante 8 semanas, tinham muito menos gripes e constipações ou outras infecções menos graves, em comparação com o grupo de controle que não meditou. Daniel Muller, um médico da Universidade de Wisconsin-Madison que trabalhou neste estudo, refere que a meditação pode ajudar a restaurar o equilíbrio homeostático do organismo. Pode até ajudar-nos a viver mais tempo, pois de acordo com uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia, em San Francisco, previne a degradação do nosso DNA.

Os efeitos benéficos da meditação na saúde são ainda os seguintes:
- aumento da resistência ao cancro e redução do risco de recorrência do cancro da mama;
- alívio na dor (por ex. em dores de cabeça frequentes e dores no pescoço e costas), incluindo a dor crónica  decorrente de artrite e fibromialgia;
- aumento dos efeitos anti-inflamatórios no organismo, reduzindo a inflamação associada ao stress (que por sua vez costuma estar associada a doenças cardíacas, artrite, asma e doenças da pele);
- redução da pressão arterial;
- melhoria dos sintomas do síndrome do intestino irritável;
- aumento da fertilidade.

Bons motivos para começar a meditar já hoje!
 
http://manualdafelicidade.blogspot.pt/2014/07/6-boas-razoes-para-comecares-meditar.html

domingo, outubro 12, 2014

Audiobook : The Mindful Way through Depression - by J. Mark G. Williams ...


A Atenção Plena (mindfulness) ajuda a superar a depressão

sábado, outubro 11, 2014

Compreender e superar a depressão

A depressão grave revela-se um problema de saúde pública em todos os países do mundo e estabelece ligações fortes com as condições sociais na grande maioria dos países. Essa é conclusão do relatório de 2011 sobre a depressão, feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 18 países com rendimentos elevados e baixos, incluindo o Brasil. O estudo foi coordenado pelo sociólogo Ronald Kessler, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Segundo o relatório, aproximadamente 14,6% da população dos países com rendimentos elevados já teve depressão. Entre o grupo de rendimentos baixos e médios, 11,1% das pessoas apresentaram o transtorno em algum momento da vida.
Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo, diz OMS. Os números são impressionantes. Os fatores que contribuem para as pessoas sofrerem deste problema serão certamente inúmeros, pelo que importa muito mais entender o que pode ser feito para superar a depressão, do que propriamente “preocuparmo-nos” sobre as suas causas.

Equívocos acerca da depressão

Um equívoco muito comum sobre a depressão é que é algo que as pessoas podem simplesmente “sair dessa”. Infelizmente, para aquelas pessoas que sofrem de depressão maior, não é tão simples assim. Embora a depressão seja um problema grave, está longe de ser impossível de superar. Existem tratamentos e ações efetivas que as pessoas podem realizar para superar este transtorno de humor. Há certas verdades sobre a depressão que importa esclarecer, para que possamos mais eficazmente enfrentar este transtorno debilitante, que muitas vezes se estende por gerações.
Devido ao estigma que implica este transtorno, muitos das pessoas afetadas não admitem que estão deprimidas. Além disso, muitas das vezes a depressão está mal diagnosticada. Ou seja, a pessoa tem outros problemas ou transtornos que não a depressão. A primeira etapa do tratamento consiste em identificar os sintomas da depressão e procurar ajuda especializada. Esta, por vezes nem sempre surte o efeito desejado. Por este motivo a pessoa não deve desistir de procurar um modelo de tratamento que seja eficaz.
A grande maioria dos tratamentos são do tipo psicossocial e farmacológico. Para esclarecimento acerca do tratamentos com medicamentos, leia: Depressão, pílulas da felicidade ou aprendizagens úteis? Por outro lado,  a participação ativa das pessoas deprimidas e dos seus parentes no tratamento  é essencial.
Existem tratamentos muito eficazes  para a depressão, como o que apresento no meu livro: Diga Não À Depressão – Programa inovador para superar a depressão. Infelizmente, menos de metade das pessoas deprimidas recebem os cuidados de que necessitam. Esta cifra é, inclusive, inferior a 10% em muitos países.
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A depressão não é apenas humor diminuído

É importante para os amigos e ente queridos da pessoa que enfrenta o problema da depressão, entenderem que as pessoas que sofrem de depressão não podem simplesmente sentir-se melhor por ação da sua vontade. As pessoas que estão afetadas com a depressão precisam realmente de tratamento profissional, ou de aderirem a um programa de tratamento devidamente estruturado para o efeito. A depressão é um transtorno que afeta gravemente todas as áreas de vida da pessoa, e deve ser tratado com a mesma autocompaixão e urgência de procura de ajuda como faria para qualquer doença grave. Diferentes formas de terapia e/ou medicamentos funcionam para pessoas diferentes.
De acordo com a Associação Americana de Psicologia (APA), a psicoterapia pode beneficiar as pessoas deprimidas, ajudando-as a descobrir os problemas da vida que contribuem para a sua depressão, identificar o pensamento destrutivo que as faz sentir sem esperança, explorar os comportamentos que agravam a depressão e recuperar um sentido de prazer nas suas vidas. É exatamente esta abordagem que irá encontrar no meu livro: Diga Não À Depressão.

A Atenção Plena (mindfulness) ajuda a superar a depressão

Há um elevado número de estudos científicos que têm mostrado a eficácia da prática da Atenção Plena (mindfulness) para lidar com a depressão. Uma pesquisa feita pelo psicólogo Mark Williams, co-autor do livro: The Mindful Way Through Depression, mostrou que a Terapia Cognitiva com Base na Mindfulness (MBCT) pode ter um efeito positivo na prevenção da recaída em pacientes deprimidos recuperados. A sua pesquisa indica que ensinarmos habilidades baseadas na atenção plena (mindfulness), tais como exercícios respiratórios e exercícios de redirecionamento da atenção para os sentimentos e sensações corporais, isso reduz as chances de voltar a ter um episódio depressivo.
A prática da Atenção Plena (mindfulness) não muda os nossos sentimentos e pensamentos, mas permite mudar a relação com os nossos sentimentos e pensamentos. Isso permite que uma pessoa que tem uma tendência para a depressão não seja arrastada e consumida pelos pensamentos e sentimentos que contribuem para a sua depressão. A prática da mindfulness pode ainda beneficiar as pessoas que pretendem superar a depressão, ajudando-as a ser mais capazes de regular e tolerar as suas emoções angustiantes.

Muitas vezes, a raiva é uma emoção que está por trás da depressão

A raiva pode ser uma emoção difícil de lidar, mas na verdade é uma reação humana natural à frustração. As pessoas com depressão podem desenvolver ressentimento sobre o mundo em geral, com se culpabilizassem a tudo e a todos pelo estado em que se encontram. Importa aceitar essa emoção, entender que é um reflexo à angustia e falta de controle sobre o transtorno que se enfrenta. É importante dar a liberdade a si mesmo para sentir os seus sentimentos na totalidade, mas, ao mesmo tempo, esforçar-se para regular as emoções negativas de forma a não agir sobre o seu efeito ao ponto de fazer algo que lhe seja prejudicial. Você pode reconhecer e aceitar a sua raiva de uma maneira saudável, de forma a libertar a emoção, não permitindo que isso se torne num motivo para agir contra si mesmo ou contra os outros.

Depressão é alimentada pela voz interna autocrítica

Todos nós temos uma voz interior crítica. Para as pessoas que estão deprimidas, essa voz interior autocrítica pode ter uma influência poderosa e destrutiva sobre o seu estado de espírito. Alguns comentários que a pessoa faz acerca dela mesma, podem alimentar ideias distorcidas. Alguns exemplos: “Estou gordo demais para sair de casa. Sou tão estúpido. Nunca  ninguém vai amar-me. Nunca irei ser capaz de ser feliz. Nunca irei ter sucesso na vida.”
A voz interior crítica pode, em seguida, persuadi-lo a agir de formas destrutivas. Algumas frases ecoam na cabeça, por exemplo: “Fica sozinho, ninguém quer ver-te. Come mais um outro pedaço de bolo. Nem vou fazer esforço para trabalhar, nunca irei conseguir sair disto.” Em seguida, uma vez que você já ouviu a suas diretrizes, a voz interior autocrítica irá atacá-lo por suas ações: “Sou um perdedor, como posso ficar em casa sozinho ao sábado. Sou uma vergonha. O que se passa comigo? Nunca irei conseguir um emprego decente. Sou tão preguiçoso.”
Para se superar a depressão importa saber acalmar este inimigo interno. Isso pode envolver olhar para alguns acontecimentos do passado para ajudar a determinar onde esses pensamentos críticos se iniciaram. Como é que estes pensamentos afetam as ações que você toma na sua vida? Como você pode desafiar essas “vozes” de forma a substituí-las por outras que possam favorecê-lo?
Adquira a minha palestra de treinamento: Superar o Passado e Promover o Futuro

Ações efetivas que você pode realizar para aliviar a depressão

Um dos piores sintomas da depressão é o sentimento de desesperança. Quando a pessoa se sente desesperançada tende a paralisar a sua vida, inibindo-se de tomar medidas que a ajudaria a melhorar o seu estado deprimido.Apresento algumas formas efetivas para aliviar os sintomas da depressão:
§ Reconhecer e desafiar a sua voz interior crítica
§ Identificar e acalmar a sua raiva
§ Envolver-se em exercícios físicos e atividades aeróbicas
§ Participar em situações sociais
§ Fazer atividades que você apreciava antes de estar deprimido
§ Assistir a um filme de comédia
§ Não punir a si mesmo por sentir-se mal
§ Procurar ajuda profissional
Para as pessoas que estão sofrendo com a depressão, é importante ter compaixão por si mesmo e tomar medidas para superar este estado, incluindo a busca de ajuda. Lembre-se que não importa o que sua voz interior crítica pode estar dizendo, a situação pode ser resolvida e você voltar a sentir-se bem. Existe ajuda disponível e muitas maneiras ativas para tratar a sua condição.

 http://www.escolapsicologia.com/compreender-e-superar-a-depressao/

terça-feira, outubro 07, 2014

domingo, outubro 05, 2014

Being YOU is the only way to truly live.

You must be what it is that you’re seeking. This is a universe of attraction and energy. You can’t have a desire to attract a mate who’s confident, generous, non-judgmental, and gentle, and expect that desire to be manifested if you’re thinking and acting in nonconfident, selfish, judgmental, or arrogant ways…
Spend time with nice people who are smart, driven and likeminded.  Relationships should help you, not hurt you.  Surround yourself with people who reflect the person you want to be.  Choose friends who you are proud to know, people you admire, who love and respect you – people who make your day a little brighter simply by being in it.  Life is too short to spend time with people who suck the happiness out of you.  When you free yourself from negative people, you free yourself to be YOU – and being YOU is the only way to truly live. 
 Don’t live your life with hate in your heart. You will end up hurting yourself more than the people you hate.  Forgiveness is not saying, “What you did to me is okay.”  It is saying, “I’m not going to let what you did to me ruin my happiness forever.”  Forgiveness is the remedy.  It doesn’t mean you’re erasing the past, or forgetting what happened.  It means you’re letting go of the resentment and pain, and instead choosing to learn from the incident and move on with your life.  Remember, the less time you spend hating the people who hurt you, the more time you’ll have to love the people who love you. 

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sábado, outubro 04, 2014

Pourquoi les gens ne guérissent pas ?

Pourquoi les gens ne guérissent pas ?

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Un médecin intuitif partage avec nous sa vision unique de la raison pour laquelle les gens ne guérissent pas. Il a longtemps pensé que tout le monde voulait être guéri. Mais il a fini par se rendre compte que « la guérison était très désagréable ! »
Les obstacles à la guérison comprennent le fait d’abandonner de vivre dans le passéde cesser d’être une victime, et la peur du changement. Diriger notre pensée et notre énergie sur notre passé se fait au détriment de nos cellules et de nos organes qui ont besoin d’énergie pour fonctionner et guérir.
La guérison exige de vivre dans le présent et de récupérer l’énergie piégée dans nos traumatismes et dans nos blessures. Ce médecin dit que la seule raison de nourrir et de garder le passé vivant, c’est l’amertume de ce qui s’est passé.
Refuser de pardonner à un évènement ou à une personne du passé produit des fuites d’énergie. Le pardon guérit les fuites. Le pardon n’a rien à voir avec le fait de ne pas responsabiliser les autres pour les blessures qu’ils ont causées.
Il a plus à voir avec la liberté de la personne qui se perçoit comme une victime.
Quand nous arrivons à voir un évènement douloureux de notre vie comme un message ou un défi plutôt que comme une trahison personnelle, l’énergie de vie liée à cet évènement reflue vers les circuits énergétiques de notre corps physique.
Les gens ne guérissent pas parce qu’ils ne se sont pas libérés de l’illusion d’être une victime. Trop souvent, les gens obtiennent du pouvoir sur les autres grâce à leurs blessures parce qu’ils ont trouvé que ça leur apportait du soutien. Les blessures deviennent alors un moyen de manipuler et de contrôler les autres.
La guérison exige souvent des changements de mode de vie, d’environnement et de relations. Le changement peut être effrayant !!!
Il est facile de rester dans un circuit d’attente, en affirmant que l’on ne sait pas quoi faire, alors que c’est rarement vrai. En fait, lorsque nous restons dans un circuit d’attente et que nous savons exactement ce qu’il faut faire, c’est que nous sommes terrifiés par le fait d’agir en conséquence…
Le changement est effrayant, et le temps d’attente donne un sentiment de sécurité, alors que la seule façon d’acquérir véritablement ce sentiment de sécurité est d’entrer dans le tourbillon des changements et de se sentir vivant à nouveau.
La guérison nécessite une action. Manger, l’exercice quotidien, prendre le bon médicament produisent des changements sains dans le physique.
Relâcher le passé, laisser tomber les emplois stressants ou les relations inappropriées sont des actions qui libèrent l’énergie du corps.
Ce qui améliore l’une améliore l’autre, la puissance physique et l’énergie sont intimement liées. Même le processus de la mort auquel nous sommes tous confrontés, peut devenir un acte de guérison des vieilles blessures qui se libèrent en résolvant les questions laissées en suspens avec ses proches.
.http://chemindevie.net/pourquoi-les-gens-ne-guerissent-pas/

sexta-feira, outubro 03, 2014

A meditação Mindfulness



"Ao meditar você torna-se mais feliz,
concentra-se mais eficientemente 
e pode alterar o seu cérebro de forma a apoiar tudo isso."
Dr. Richard Davidson,
médico e investigador 



Ultimamente ouvimos falar com alguma frequência na meditaçãomindfulness. Só na semana passada encontrei 3 revistas com artigos sobre o tema (a Máxima, a Elle e a Visão). O interesse pela meditação vai muito além do seu lado espiritual ou religioso. Cada vez mais as pessoas a procuram, como forma de promover o seu bem-estar (espreita os benefícios da meditação - comprovados cientificamente - neste post).

No meu caso pessoal, interessei-me pela meditação pelo facto desta promover a saúde e felicidade e atenuar os sintomas de stress, tão presentes no meu dia-a-dia.

As exigências da sociedade ocidental
É certo que vivemos com mais dinheiro que há uns séculos atrás. Contudo, a sociedade actual exige muito de nós e nem por isso estamos muito mais felizes.

As crescentes solicitações fazem com que o nosso cérebro tenha de conviver cada vez mais com omultitasking. E isso não significa necessariamente que sejamos mais produtivos, pois este favorece a desconcentração, aumenta as probabilidades de erro e é uma fonte significativa de stress. 

Uma mente que rumina
A par disto, ainda temos um cérebro que, frequentemente, adora divagar em preocupações sobre o passado e antecipar problemas futuros. Esta ruminação constante cria ansiedade, agitação, stress e desequilíbrios emocionais.

Como refere o psiquiatra espanhol Vicente Simón "(...) esta atitude é óptima para a sobrevivência da espécie, mas não é a fórmula adequada para a felicidade".

A meditação mindfulness pode ajudar
O mindfulness é dos principais tipos de práticas meditativas, que em português costuma ser traduzido por «atenção plena». A verdade é que esta prática pode comprovadamente ajudar-nos, quer reduzindo o stress, quer contribuindo para a nossa felicidade.

De acordo com a definição de Jon Kabat-Zinn, médico americano, o mindfulness é um processo que consiste em "Prestar atenção de uma forma particular, intencionalmente, no momento presente e sem fazer juízos de valor".

Com este tipo de meditação treinamos assim o nosso cérebro a concentrar-se numa só actividade que realizamos no momento presente, a criar um certo distanciamento entre os estímulos que recebemos e as nossas reacções (pois tentamos observar, sem emitir julgamentos). Com o tempo aumentamos a nossa capacidade de concentração e começamos a deter um maior controle sobre as nossas emoções. No fundo desenvolvemos a nossa inteligência emocional. Por outro lado, diversos estudos demonstram que somos mais felizes quando «vivemos» no momento presente, pelo que esta prática ajuda a aumentar os nossos níveis de felicidade.

Como a neuroplasticidade do cérebro, pode jogar a nosso favor
Este é um aspecto que me fascina. A verdade é que aquilo que pensamos ou fazemos com frequência, altera a estrutura e função do nosso cérebro. É por isso que, com a prática da meditação, conseguimos passar a controlar de modo mais automático a forma como enfrentamos os problemas do dia-a-dia, aumentar a capacidade de concentração e os nossos níveis de felicidade.

Num estudo do Dr. Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, com trabalhadores de escritório, aqueles que tinham praticado regularmente a meditação mindfulness mostravam alterações no seu cérebro: observou-se maior actividade cerebral no lado esquerdo do córtex, o que está associado às emoções de felicidade e entusiasmo.

Claro que para tudo isto surtir efeito, é necessário praticar, de preferência numa base diária e ao longo do tempo (não podemos esperar efeitos a longo prazo, se só praticamos meditação esporadicamente). É algo que quero melhorar, porque não pratico tanto quanto gostaria.

Como meditar - um vídeo com uma meditação mindfulness guiada
Escrevi num post antigo sobre como podes meditar. De qualquer modo, encontrei este vídeo no youtube, do Centro BudaDharma - Sociedade Portuguesa de Meditação, com uma meditação mindfulness guiada. Pessoalmente, adoro praticar meditação guiada, relaxa-me imenso e sinto que fico mais concentrada. Porque não experimentas?

Eis o vídeo:


Foto: Elf Sternberg
http://manualdafelicidade.blogspot.pt/2014/09/a-meditacao-mindfulness.html

quarta-feira, outubro 01, 2014