domingo, agosto 07, 2016

CHAVES PARA O AUTOCONHECIMENTO E A CURA-Princípios fundamentais de uma pessoa feliz





FELICIDADE
A busca da felicidade na Terra sempre foi o alvo e motivo das atitudes humanas. O ser humano, na sua trajetória rumo à perfeição, em todos os níveis evolutivos, dedica suas idéias e motivações a essa incessante busca, muitas vezes deparando-se com seu oposto, pela ignorância que caracteriza seu estágio de aprendizado. Conhecendo e vivenciando as leis que regem a Vida, alcançaria com mais equilíbrio e menos sofrimento seu desejo, para cuja realização foi criado. Nem sempre soube escolher dentre os vários caminhos, qual o mais adequado ao seu desejo de felicidade. Andou por veredas diversas, caindo e levantando, aprendendo e ensinando, sem contudo encontrar-se consigo mesmo e com a Vida. Vislumbrar caminhos e estabelecer estratégias de viver torna-se fundamental para alcançar o sucesso desejado. Existem alguns caminhos que podem ser úteis ao encontro da paz consigo mesmo. São princípios aplicáveis nas várias circunstâncias da vida e que certamente levarão a um estado de plenitude interior. Foram extraídos dos princípios básicos do Espiritismo, codificado por Allan Kardec. Não são regras de conduta, visto que, às vezes, se tornam artificiais, mas tão somente estados de consciência nas atitudes da vida cotidiana. São aplicáveis no todo ou em parte, sendo imprescindível perseverar e aceitar suas conseqüências imediatas e a longo prazo.
RECICLAR É RENOVAR
Ninguém cresce sem sacrifício nem modificações profundas. Cada etapa exigirá que se abandone estratégias antiquadas e princípios rígidos ultrapassados. O espírito é o ator e simultaneamente o diretor do filme de sua própria vida, cuja autoria é divina. Os princípios básicos do Espiritismo dos quais extraímos os caminhos para a felicidade pessoal são os seguintes:
1. Existência de Deus como causa primeira de todas as coisas;
2. Existência, individualidade e imortalidade do Espírito;
3. Evolução do princípio espiritual (mais tarde Espírito) através da reencarnação;
4. Existência de leis gerais que regem a Vida;
5. Comunicabilidade dos Espíritos pela mediunidade;
6. A existência de uma moral espírita, como a de Cristo, em fazer o bem que se possa amando a si mesmo e ao próximo;
7. Tornar-se útil com os meios dispostos por Deus;
8. Viver em sociedade e no contato com os semelhantes.
Tais princípios serão detalhados em capítulos posteriores a fim de facilitar sua compreensão. Muitos são os caminhos que se podem derivar desses princípios, bem como todos os atos humanos podem se encaixar neles, porém elegemos alguns que consideramos fundamentais para se alcançar a paz, a harmonia e a felicidade possível na Terra. Alguns não decorrem diretamente deles, porém são fundamentais para se atingir o estado de felicidade desejável à aquisição das leis de Deus.
Primeiro princípio:
Trabalhar visando colaborar com Deus;
Segundo princípio:
Considerar-se uma individualidade eterna, sendo responsável por tudo que acontece a si mesmo, aprendendo a viver coletivamente;
Terceiro princípio:
Conscientizar-se que sua Vida evolui na medida em que se conhece e se transforma;
Quarto princípio:
A cada dia perceber, cada vez mais, como as leis espirituais se processam;
Quinto princípio:
Perceber que sua mente é um canal de comunicação com o universo a sua volta;
Sexto princípio:
Princípios espirituais são válidos principalmente nas suas relações consigo mesmo;
Sétimo princípio:
Buscar, após conhecer o Espiritismo, perceber a Vida de outra forma e alcançar a felicidade;
Oitavo princípio:
Viver buscando levar esperança e felicidade aos que fazem parte de seu meio. Ser feliz é um estado de espírito e não um domínio sobre coisas ou pessoas.
O VERDADEIRO SENTIDO DE SER FELIZ
O ser humano coloca sua felicidade como um objetivo a ser alcançado e luta por toda a vida para consegui-lo, sem saber ao certo como ele é. Quando encontra algo que se assemelhe a ele, descobre que ainda falta alguma coisa que lhe complete e que possa dar continuidade à sua marcha evolutiva. Após repetidas frustrações das tentativas de cristalizar a felicidade momentânea em objetos externos, ele percebe que aquela situação é efêmera e que não lhe trouxe o que esperava. A felicidade procurada só será possível quando o ser humano transitar na esfera do bem coletivo e da consolidação da paz a sua volta. Muito embora o ser humano possa adquirir um estado de paz e equilíbrio sem necessariamente tornar-se espírita, certamente que o desconhecimento a respeito da Vida Espiritual provocará um vazio em suas questões referentes à morte. Tais questões, muitas vezes sem respostas, influenciarão na sua vida presente, provocando um estado de felicidade aparente. O Espiritismo, pela condição de lidar diretamente com o espiritual, se vivido interiormente, proporciona que se alcance esse estado de felicidade permanente. Quanto mais o ser humano expõe os motivos pelos quais age, mais cresce e se fortalece no que faz. Saber explicar a própria vida e as ações em que se envolve é garantia de crescimento espiritual. O estado de espírito de felicidade nos possibilita condições de melhor falar da própria vida, dos processos humanos e de tudo o que nos diga respeito. Ser feliz é compreender a lei de amor, a qual contém a harmonia, o Bem, o belo, a doação, a totalidade, e tudo aquilo que eleva o ser humano da materialidade à espiritualidade.  A forma como utilizamos nossa energia física e psíquica, pode nos levar à felicidade ou não. Quando a energia psíquica é usada para o corpo físico em adição à energia dele, nem sempre há um ganho para o desenvolvimento espiritual. Uma pessoa feliz utiliza sua energia psíquica, bem como a física, para um propósito superior, onde sua alegria vai ao encontro da alegria do outro, onde seus interesses vão também ao encontro dos interesses do próximo. Considerando que a realidade é uma percepção pessoal, ser feliz é enxergar o mundo pelo coração que ama e compreende a Vida como algo maior que a existência corporal. O indivíduo que já alcançou esse estágio compreende que todas as ações que um ser humano pode realizar são humanas, permitindo-lhe, dessa forma, um alto grau de paciência e tolerância para com os equívocos alheios. Na sua trajetória a pessoa feliz sabe que nada pode acontecer consigo senão para o próprio bem. Busca aprender com as pessoas, sobretudo com as mais simples, o valor da Vida e o respeito pelos outros. A pessoa feliz sabe que não há destino inflexível, pré- determinado e imutável. Você pode alterá-lo, mesmo aquele que faz parte de seu carma negativo, pois todo planejamento reencarnatório se baseia em probabilidades que respeitam o livre arbítrio de cada um. A todo momento nos utilizamos das leis do espírito de forma consciente ou inconsciente. A utilização consciente é sinal de elevação pessoal, que está presente nas pessoas efetivamente felizes. O ser humano feliz não tem medo da morte ou de qualquer coisa que possa retirar sua paz; respeita os eventos  do mundo e da natureza sem lhes atribuir qualquer relevância, a não ser o próprio respeito aos desígnios divinos; cultiva o não-medo, consciente de que a atitude mental negativa atrai circunstâncias aversivas ao indivíduo. Quando em dúvida sobre seu próprio comportamento, a pessoa feliz sabe que o momento que vive deve e merece ser observado por alguém diferente dela, a fim de buscar uma visão melhor que a sua, cultivando a humildade. Já conseguiu desligar-se psicologicamente das influências retrógradas e de tendências às imitações coletivas, buscando o caminho da realização pessoal, assumindo seu destino com confiança e determinação. Procura ter prazer naquilo que faz não esperando apenas para o futuro a possibilidade de realizar o que deve em favor de si mesmo e da Vida. Não vive apenas para a paz, mas em paz, cultivando o amor e a sabedoria. Busca não se ocupar tanto de detalhes menores, que dizem respeito à vida material, indo em busca de realizações da alma, que fortalecem o espírito. Sabendo que na Terra ninguém está seguro de nada, aprende a viver na incerteza, reconhecendo que sabe apenas do passado, indo em busca de viver na direção do futuro que lhe é desconhecido. Vive o mistério da Vida com encantamento e aventura, não excluindo a magia e a beleza do universo como partes integrantes da alegria de viver, visto que elas se encontram no sentido de sua própria vida.
PESSOAS REALMENTE FELIZES
A pessoa feliz reconhece que todos têm o direito de ser como querem. Não se admite aprovar ou desaprovar a personalidade de ninguém nem se coloca na postura de juiz do mundo. Procura sempre descobrir não só seu talento pessoal como também o das pessoas que convivem consigo. Alegra-  se em colaborar no desabrochar dos dons singulares das pessoas. Tem consciência de que todos somos espíritos que, de vez em quando, estamos no corpo e não que somos corpo e que, de vez em quando, somos espíritos. Percebe a todos como espíritos em evolução em busca de realização pessoal, cada um vivendo seus processos, pelos quais ele já passou ou passará. Preocupa-se em ajudar a Deus, questionando-se como pode ajudar aos outros com o que realiza para si. Ama sempre fazendo desabrochar o bem interior, o Deus em si mesmo. Uma pessoa feliz descobriu-se espírito e está em busca de realizar seu Eu superior, ou Eu divino, ou sua Alma, ou Self, não importa o nome pois, na essência, significa algo que transcende o ego e o corpo físico, cuja consciência de sua existência faz parte de sua vivência. Experimenta conscientemente viver sob o domínio e o uso das leis espirituais como atividade constante, cotidianamente e persistentemente. A cada momento de sua vida percebe estar em contato com leis imutáveis e perfeitas, oriundas do amor de Deus. Sabe que está em constante mudança, e que ela é uma eterna presença, e um estado real e permanente do ser humano. Sempre se vê um ser em mudança e transformação, da mesma forma que o universo a sua volta. As principais mudanças de sua vida são atravessadas com equilíbrio e discernimento, buscando absorver tudo que for necessário ao seu aprendizado e crescimento. Reconhece que todos tendemos ao mesmo tempo para avançar a uma nova maneira de ser, como também para manter o antigo ego. Por esse motivo busca precaver-se contra os modismos, bem como contra a rigidez de sua própria personalidade. Não se cansa em remover mágoas passadas, em eliminar medos, em liberar repressões possíveis, aumentando sua autoconfiança. Vive para realizar a própria vida em favor da Vida Universal.
A felicidade segue uma fórmula simples onde muitos processos ocorrem. Para alcançá-la é preciso: conhecer as leis do Universo, aprender a sentir e a agir de acordo com elas. Dentre os processos que o ser humano tem que atravessar há um que se torna fundamental para que ele consiga ultrapassar os outros: necessidade fundamental do encontro e convivência com seus opostos. Essa convivência com seus opostos significa entrar em contato com tudo que o ser humano considera negativo, a fim de conhecer o que deseja de positivo. Nesse contato com o oposto, não se pode desprezar a necessidade de viver o espiritual, que transcende à sua idéia de ser material.
Uma pessoa feliz possui um guia pessoal de Vida, no qual procura pautar-se como se tratasse de seu credo interior:
1. Deus está presente em minha vida, dentro de mim mesmo, sendo Ele minha mais íntima essência;
2. Eu sou um ser indestrutível, eterno e jamais morrerei;
3. Em que pese as circunstâncias, estou vivendo o melhor de minha vida e devo aproveitar o momento presente;
4. Minha existência está conectada à de outras pessoas às quais devo respeito e amorosidade;
5. Sinto-me ligado ao universo como parte integrante da natureza, de onde recebo e transmito vibrações a todo momento;
6. Tenho um caminho próprio e devo descobri-lo conscientemente;
7. O trabalho é minha fonte de criatividade e favorece meu crescimento interior;
8. Sinto-me em paz e cultivo a todo momento um estado interior de auto-satisfação no convívio com meu semelhante.
A vida de uma pessoa feliz se constitui numa consciência da própria morte do corpo. Dimensiona seu tempo de acordo com sua expectativa de vida, considerando certas prioridades de aprendizagem. Não se estressa nem se torna ansioso, face à fugacidade do tempo no corpo. Experimenta a morte a cada dia de sua vida, confiante em seu destino. Sabe que se constitui numa dialética a responsabilidade sobre o próprio destino, pois tem consciência de que há uma linha da Vida definida por Deus, porém é necessária a participação pessoal para determinar seu traçado. 161 Trabalho visando colaborar com Deus Minha vida é um trabalho de Deus. Ele é o autor dela e, certamente, estabeleceu metas e possibilidades de alcançar Seus intentos. O ser humano, sendo Sua obra, inserido no Universo, faz parte de um destino tão grandioso quanto seja seu Autor. As civilizações legaram ao ser humano modos de entender e se relacionar com o que ele chama de Deus. Em paralelo a esses modos há um Ser (Deus) cuja existência e objetivos são independentes do ser humano. As diversas culturas bem como a relação do próprio ser humano com a natureza, determinaram aqueles modos, estabelecendo paradigmas de contato com o que se acreditava ser Deus. Sem ter uma dimensão precisa de Sua essência, esses modos se perpetuaram sem que se tivesse a idéia adequada Dele. O principal paradigma dessa relação estabelece que a Ele deve-se pedir ou louvar Sua glória. O agradecer está estritamente relacionado ao pedir, porque supõe ter alcançado algo ou ter recebido gratuitamente. O paradigma gira em torno do dar-receber. Essa relação de opostos  inesgotável e simplória não encontra lugar de exclusividade no Espiritismo. Em que pese se manter o pedir e o louvar, há uma outra ordem de relação que se sobrepõe à anterior: o colaborar com Sua obra. Essa nova relação com Deus, dada Sua natureza transcendente ao humano, reveste-se de caráter especial, não se limitando ao pedir ou louvar. Nela, o trabalho profissional, a oração, os comportamentos e outras atitudes cotidianas, quando feitos dentro daquela perspectiva, passam a se constituir em autênticos meios de comunicação com a divindade. Relacionar-se com Deus deixa de ocorrer em lugares específicos ou para pessoas religiosas, sendo componente consciente e natural de todas as atitudes do ser humano.
UMA VISÃO ESPÍRITA DA FELICIDADE
O Espiritismo nos ensina que a melhor maneira de se relacionar com Deus é colaborando com Seus objetivos. Partindo do princípio de que Ele nos fez com algum objetivo próprio e de que, a tomada de consciência desse objetivo representa uma aquisição importante na evolução pessoal, passar a viver em função de alcançá-lo, torna-se, então, fundamental. A Vida tem então mais sentido quando vivemos em função dos objetivos de Deus. Vivemos para Ele, sem qualquer necessidade de nos tornarmos religiosos profissionais. Não só o trabalho caritativo em favor do próximo representa serviço altruísta, mas também o próprio trabalho remunerado que, sendo encarado como um dos meios de realizar os objetivos de Deus, constitui-se em fator de alegria e bem estar pela certeza de seu propósito divino consciente. O ser humano não só é considerado filho de Deus, como também co-partícipe da construção do mundo, sem qualquer inflação de seu ego.  Nessa perspectiva, as escolhas profissionais, comuns na adolescência, tornar-se-ão mais flexíveis, tendo em vista a possibilidade futura de modificar-se por uma nova escolha que seja mais adequada à percepção de si próprio, condicionada a estar de acordo com objetivos maiores. Terminada a tarefa num campo, o espírito pode decidir-se por atuar em outro. As mudanças profissionais deixam de ser traumáticas. Descoberta uma nova vocação, verificada sua pertinência evolutiva e assumidas as conseqüências decorrentes de uma mudança, pode-se buscá-la sem culpa, consciente de seu valor para aqueles objetivos. O trabalho, ainda que penoso e mal remunerado, recebe uma contribuição psicológica, dada pela consciência de sua importância para a construção de um novo mundo. Tal consciência, não representa prescindir-se das necessidades reinvindicatórias no campo dos direitos e deveres dos que fazem parte da relação de trabalho. Nesse particular o ser humano é meio e fim do próprio trabalho que executa, não se tornando escravo de interesses egoístas. A oração, antes forma petitória ou bajulatória, ganha conotação como forma de comunicação com Deus a fim de Lhes conhecer os objetivos ou corrigir rumos pessoais. A oração é ação em favor de si e de outrem. É um poderoso antídoto às agressões psíquicas. Não há lugar para altares, oferendas ou sacrifícios. O único sacrifício exigido é o sacro ofício de fazer o Bem ao alcance de cada um. O único altar é a consciência em paz a Seu serviço. Nesse sentido, Deus deixa de ser uma metáfora psicológica, utilizada para os momentos de crise, passando a tornar-se o Alterego Superior ou referencial de diálogo constante com a consciência do próprio ser humano.
NOVOS PARADIGMAS
As fórmulas prontas de comunicação com Deus passam a pertencer aos primórdios  da consolidação do ego, ainda frágil em sua fé. Quando o ser humano alcança a compreensão do significado essencial de viver, passa a ter uma nova relação com Deus. Metaforicamente dizendo, aquele que antes punia e castigava, e que mandava provas e expiações acerbadas, passa a ser um educador na condução de seu aluno, a fim de que, mudando a relação, ela se assemelhe com a de um colega ou colaborador, na mesma tarefa de construir um mundo digno, melhor e agradável de se viver. O trabalho de promoção social, numa instituição religiosa ou não, constitui-se num campo de aquisição de valores morais e se torna excelente terapia para a cura dos males da alma. No entanto, sua prática não pode cristalizarse como uma obrigação ou mesmo como um feudo para aquele que o executa. O trabalho que se faz em favor do próximo não é, em si, fator de crescimento para quem o executa, mas, principalmente, como é feito e que sentimentos e valores faz surgir no seu autor, bem como em seu beneficiário. Conseguir o benefício ao carente não é garantia para o crescimento espiritual de quem o faz. É preciso encontrar no trabalho a satisfação pessoal ao lado da satisfação e do crescimento do outro. Conscientizar-se da existência de Deus é viver de acordo com esse princípio, como um sentimento, como uma faculdade interior, um sentido a mais, algo muito maior que qualquer outro. Se o corpo possui cinco sentidos e o espírito outros tantos, um deles certamente é aquele sentimento de Deus em si mesmo e de sentir-se integrado ao todo universal. Esse sentimento implica numa alegria interior, num estado de espírito de íntima satisfação em viver e existir.  Nada pode acontecer ao ser humano que não seja para seu bem e sua felicidade. Poderíamos, num arroubo de pensamento, imaginar que Deus deseja estar no lugar mais alto da consciência humana, visto que Ele se realiza através do humano que concebeu Sua existência a seu modo.
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Seis chaves para ser feliz, segundo a Universidade de Harvard

Parece cada vez mais claro que a nova febre do ouro não está ligada a ficar milionário ou encontrar a fonte da juventude eterna. O tesouro mais cobiçado de nossos tempos é a felicidade, um conceito abstrato, subjetivo e difícil de definir, mas que está na boca de todos. Como ser feliz é até objeto de estudo da prestigiosa Universidade Harvard.



Alguns dos estudantes de psicologia dessa universidade americana têm sido um pouco mais felizes há vários anos, não apenas por estudar numa das melhores faculdades do mundo, mas também porque de fato aprenderam com um curso. Seu professor, o doutor israelense Tal Ben-Shahar, é especialista em psicologia positiva, uma das correntes mais presentes e aceitas no mundo e que ele próprio define como “a ciência da felicidade”. De fato, Ben-Shahar diz que a alegria pode ser aprendida, do mesmo modo como uma pessoa aprende a esquiar ou a jogar golfe: com técnica e prática.

Com seu best-seller Being Happy e suas aulas magistrais, os princípios tirados dos estudos de Tal Ben-Shahar já deram a volta ao mundo sob o lema “não é preciso ser perfeito para levar uma vida mais rica e mais feliz”. O secreto parece estar em aceitar a vida tal como ela é; isso, segundo Ben-Shahar, “o libertará do medo do fracasso e das expectativas perfeccionistas”.
Embora mais de 1.400 alunos já tenham passado por seu curso de Psicologia da Liderança, ainda seria o caso de fazer a pergunta: será que alguma vez temos felicidade suficiente? “É precisamente a expectativa de sermos perfeitamente felizes que nos faz ser menos felizes”, ele explica.
Seguem os seis conselhos principais do professor para ajudar as pessoas a se sentirem afortunadas e contentes:
A FELICIDADE SEGUNDO TAL BEN-SHAHAR, PROFESSOR DE HARVARD
1.Perdoe seus fracassos. E mais: festeje-os! “Assim como é inútil se queixar do efeito da gravidade sobre a Terra, é impossível tentar viver sem emoções negativas, já que fazem parte da vida e são tão naturais quanto a alegria, a felicidade e o bem-estar. Aceitando as emoções negativas, conseguiremos nos abrir para desfrutar a positividade e a alegria”, diz o especialista. Temos que nos dar o direito de ser humanos e perdoar nossas fraquezas. Ainda em 1992, Mauger e seus colaboradores estudaram os efeitos do perdão, constatando que os baixos níveis de perdão estão relacionados à presença de transtornos como depressão, ansiedade e baixa autoestima.Aceitar a vida como ela é o libertará do medo do fracasso e das expectativas perfeccionistas.
2.Não veja as coisas boas como garantidas, mas seja grato por elas.Coisas grandes ou pequenas. “Essa mania que temos de achar que as coisas são garantidas e sempre estarão aqui têm pouco de realista.”
3.Pratique esporte. Para que isso funcione, não é preciso malhar numa academia até se cansar ou correr 10 quilômetros por dia. Basta praticar um exercício suave, como caminhar em passo rápido por 30 minutos diários, para que o cérebro secrete endorfinas, essas substâncias que nos fazem sentir-nos “drogados” de felicidade, porque na realidade são opiáceos naturais produzidos por nosso próprio cérebro, que mitigam a dor e geram prazer. A informação é do corredor especialista e treinador de easyrunning Luis Javier González.
4. Simplifique, no lazer e no trabalho. “Precisamos identificar o que é verdadeiramente importante e nos concentrar sobre isso”, propõe Tal Ben-Shahar. Já se sabe que quem tenta fazer demais acaba conseguindo realizar pouco, e por isso o melhor é se concentrar em algo e não tentar fazer tudo ao mesmo tempo. O conselho não se aplica apenas ao trabalho, mas também à área pessoal e ao tempo de lazer: “É melhor desligar o telefone e se desligar do trabalho nessas duas ou três horas que você passa com a família”.
5. Aprenda a meditar. Esse simples hábito combate o estresse. Miriam Subirana, doutora pela Universidade de Barcelona, escritora e professora de meditação emindfulness, assegura que “no longo prazo, a prática regular de exercícios de meditação ajuda as pessoas a enfrentar melhor as armadilhas da vida, superar as crises com mais força interior e ser mais elas mesmas baixo qualquer circunstância”. Ben-Shahar acrescenta que a meditação também é um momento conveniente para orientar nossos pensamentos para o lado positivo; embora não haja consenso de que o otimismo chegue a garantir o êxito, ele lhe trará um grato momento de paz.
6. Treine uma nova habilidade: a resiliência. A felicidade depende de nosso estado mental, não de nossa conta corrente. Concretamente, “nosso nível de felicidade vai determinar aquilo ao qual nos apegamos e a força do sucesso ou do fracasso”. Isso é conhecido como locus de controle, ou “o lugar em que situamos a responsabilidade pelos fatos” – um termo descoberto e definido pelo psicólogo Julian Rotterem meados do século 20 e muito pesquisado com relação ao caráter das pessoas: os pacientes depressivos atribuem seus fracassos a eles próprios e o sucesso a situações externas à sua pessoa, enquanto as pessoas positivas tendem a pendurar-se medalhas no peito, atribuindo os problemas a outros. Mas assim perdemos a percepção do fracasso como “oportunidade”, algo que está muito relacionado à resiliência, conceito que se popularizou muito com a crise e que foi emprestado originalmente da física e engenharia, áreas nas quais descreve a capacidade de um material de recuperar sua forma original depois de submetido a uma pressão deformadora. “Nas pessoas, a resiliência expressa a capacidade de um indivíduo de enfrentar circunstâncias adversas, condições de vida difíceis e situações potencialmente traumáticas, e recuperar-se, saindo delas fortalecido e com mais recursos”, diz o médico psiquiatra Roberto Pereira, diretor da Escola Basco-Navarra de Terapia Familiar.
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Bibliografia para consulta
1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Um Curso em Milagres
Foundation for de Inner Peace
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Ascenção Cósmica
James Tyberonn
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-Modern Physics and Vedanta
 Swami Jitatmananda
10-Vedanta Monthly
 Vedanta Center
11-Manuscritos -acervo pessoal

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Divulgação: A Luz é Invencível
Fonte: https://portal2013br.wordpress.com/2016/05/22/chaves-para-o-autoconhecimento-e-a-cura-principios-fundamentais-de-uma-pessoa-feliz/

sábado, agosto 06, 2016

NUESTRA EMOCIONES SE OCULTAN EN LA ESPALDA

Relación entre los Estados emocionales y dolor de espalda





Responsabilidades asumidas por la culpa
Responsabilidades asumidas con ira

Responsabilidades asumidas por miedo
Miedo e Inseguridad

Supervivencia

Satisfacción de las necesidades básicas de Supervivencia.


La espalda y la columna están relacionadas con nuestras raíces, con los fundamentos más profundos de donde surgen nuestras creencias y nuestra escala de valores más íntimos.
Cuando nos empeñamos en cargar con las responsabilidades de los otros, cuando nos sentimos creadores de la felicidad o de las desgracias de aquellos que están a nuestro lado… ello se convierte en una carga  tan grande que ansiamos que alguien nos ayude y nos apoye, pero, al no contar con él,  o no pedir ayuda,  nos hacemos responsables de los otros, nos enfadamos y acabamos poniendo a nuestras espaldas todo el peso, (lo mío, lo tuyo y lo de todos)
Las emociones y sentimientos reprimidos pueden causarnos enfermedades como gastritis o úlceras, pero también dolor de espalda. Esto está probado por estudios que concluyen que las emociones afectan a los dolores crónicos de espalda, y también dicen que en la zona frontal y en el núcleo del cerebro, es donde se crea el grado del padecimiento y su progreso.
Empezare por determinar, que la columna vertebral en sí misma, representa simbólicamente “el soporte que sentimos en la vida”. La forma en que nos sentimos fuertes, comprendidos, apoyados por la familia, apoyados por los amigos, etc.
La columna vertebral es físicamente, el soporte de todas las cargas físicas y emocionales, es el pilar de nuestra existencia, no sólo por su función estructural, sino por lo que ella recubre y protege, nuestro sistema nervioso.
A través de la columna, el cerebro controla todos los movimientos físicos, psíquicos y biológicos, ordena y recibe mensajes de las diferentes partes del cuerpo. Esta información circula por los meridianos, la médula y los nervios de la espalda, principalmente.
Se ha descubierto, que el dolor que provoca las lesiones, estaría relacionado con el estado emocional del cerebro. Nuestra actitud y pensamientos pueden determinar diferentes estadios de dolor.
La biodescodificación, relaciona las molestias de la espalda y sus síntomas con emociones bloqueadas, con emociones y sentimientos no conscientes.
Muchas enfermedades (Síntomas), están relacionadas con la espalda, muchas de ellas, provocadas por pequeños desplazamientos de las vértebras que oprimen los nervios que sustentan nuestros órganos y distintas partes del cuerpo, o por desgaste de las mismas, traumatismos, etc. Pero sea cual sea el síntoma, es debido a una emoción, y dependiendo del grado de conflicto emocional, es la cantidad de dolor que se presenta.
Los estados emocionales también pueden afectar al resto de nuestro cuerpo, aunque en la espalda le generaran un trabajo extra, aquejando la respiración, impidiendo que entre el suficiente aire para mantener la fuerza necesaria.
El estrés castiga nuestro estado físico y emocional, nos produce impotencia muscular, orgánica y hasta mental.
La musculatura que cubre la parte superior de nuestra espalda indica como nos sentimos, si estamos contentos el cuello estará derecho, nuestro semblante relajado, y sin tensiones, pero si estamos tristes, nuestra mirada se dirigirá al suelo, igual que el cuello y la cabeza que se inclinarán hacia adelante.
También nos sentiremos cansados y desanimados, sin ninguna causa aparente, esto está provocado porque respiramos mal, y no tenemos la energía suficiente para actuar. La musculatura estará rígida, y la circulación sanguínea será lenta, tendremos dolor de cabeza, la vista cansada y el sistema digestivo con molestias.
VERTEBRAS CERVICALES

Se relacionan con la comunicación y como afrontamos la vida. Representan nuestra flexibilidad para cambiar, para superar, para enfrentar lo que se vive.
Un dolor en el cuello indica negación, rigor, y obstinación. Así que pregúntate, qué tan flexible eres o qué tan terco eres.
Entre más seas obsesivo por hacer las cosas a tu manera y a tu modo y entre más te niegues a cambiar o a hacer cosas diferentes o a hacer las mismas cosas de manera diferente, más te dolerá el cuello.
Y si amaneces con dolor en el cuello, no es que hayas dormido en mala posición, es por aquello que vienes pensando hace tiempo o unas horas antes en donde interviene tu necedad por no “cambiar en algo”…
Si el dolor de espalda, ocurre al nivel de los hombros, significa que existe una falta de apoyo emocional por parte de tus seres queridos. Te sientes sólo en ese importante proyecto, te sientes sin apoyo para hacer algo, necesitas amor y abrazos que te motiven.
En el momento en que tu seguridad crezca y no necesites la aprobación de los demás, adiós dolor.
Tú puedes.

VERTEBRAS DORSALES-

Son las vértebras a la altura del pecho, pero obviamente en la parte posterior.
El dolor en éstas vértebras, provoca que nos inclinemos hacia adelante, como si cargáramos un gran peso en la espalda.
Estas vértebras suelen doler cuando nuestra vida diaria está llena por responsabilidades que no queremos, que no aceptamos.
Y puede ser tan simple como lavar los platos, planchar o cualquier actividad que “no nos gusta”.
O puede ser cargar con la responsabilidad de mantener a toda una familia, cuidar de alguien, realizar un trabajo que no nos complace.
Cuando te duelan estas vértebras, pregúntate qué estás haciendo que no te gusta o con qué responsabilidad estás cargando que no aceptas ni disfrutas.
La parte central de la espalda, digamos entre el pecho y el ombligo, pero en la parte posterior, representan la culpa.
Son las vértebras más pequeñas y menos flexibles de nuestra espalda.
Los dolores en dichas vértebras, pueden deberse a angustia, estrés, inquietud, ansiedad, tristeza, pero sobre todo de culpabilidad por algo que hemos hecho o hemos dicho.
Cuando te duelan estas vértebras, pregúntate en qué te has comprometido sin quererlo o por qué te preocupas más por los demás que por ti.
¿Te comprometiste a cuidad a tus sobrinos cuando en realidad querías ir a cortarte el cabello?
Cosas tan simples como este ejemplo, pueden hacer que duela la parte media de la espalda, ya imaginarás un compromiso mayor. O una culpa mayor.


VERTEBRAS LUMBARES
Y llegamos a las vértebras lumbares, esas que van desde tu cadera hasta tu coxis, esas que representan tu verdadera esencia y aquello que no puedes negar.
Esta zona representa tu voluntad y tu equilibrio y hasta tu vida espiritual, tu verdadera naturaleza está determinada por esta zona.
Tu puedes andar por la vida diciendo que vives en paz, que nada te preocupa, que tu vida es perfecta y feliz, pero de pronto, viene un dolor en esta parte que te dice: “la verdad es esta….”
Necesitas preocuparte menos por el dinero…
Necesitas moderación en tu vida sexual….
Necesitas vivir en equilibrio….
Necesitas tener fe….
Cuando hay dolor en esa zona, hay inflamación, y muchas veces de confunde con dolor de riñones, pero emocionalmente y en una gran mayoría de los casos, tener un dolor en estas vértebras, significa: “estoy gastando mucho dinero y me preocupa acabármelo”.
Y cuando ya sentimos “piquetes”, es que nuestro miedo a quedar “pobres” es realmente grave.
Así que cada vez que sientas dolor en esta zona, además de analizar si realmente tu vida es tan buena como la pintas, piensa qué fue lo último que compraste o en qué gastaste que te hizo sentir que estabas “gastando mucho”.
El simple hecho de tomar conciencia de que el dinero viene y va y que llegará más y que por gastado en “aquello” no quedarás pobre, te anulará el dolor.
Por eso es la zona de la fe, de tu esencia, porque debes confiar en que el universo proveerá y que jamás faltará. 






Los problemas de espalda se relacionan con el apoyo.
Plantéate preguntas como:
  • ¿Sientes que vas cargando con todo el peso, que eres tú quien tiene que hacerlo todo? .Ha sido tu propia elección.
  • ¿Cuál ha sido la razón, el motivo que te mueve a cargar con todo
  • ¿Te sientes culpable por lo que le ocurre a otros?
  • ¿Cómo está la relación con las personas más cercanas que te rodean?
Reflexiona si algunas de  las palabras que más usas son:
 Me toca todo a mí, llevo un peso muy grande a mis espaldas, tengo gran culpa, siento que no puedo más con ello, soy el pilar de mi familia, soy la base de …
Piensa si tu gran conflicto reside en lo que  quiero hacer.
¿Quién soy?”. “¿Que voy a hacer con mi vida?”. “¿Que va a ser de mi vida?”
 Relación entre los Estados emocionales Relación entre los Estados emocionales Relación entre los Estados emocionales Relación entre los Estados 

Fonte: http://www.sabiduriadelaluz.org/2016/06/nuestra-emociones-se-ocultan-en-la.html

quinta-feira, agosto 04, 2016

CHAVES PARA O AUTOCONHECIMENTO E A CURA-Uma visão budista que pode mudar a sua vida





A iluminação de Buda ao enfrentar seu ego
“Buda” é um título dado na Filosofia Budista para àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos daquilo que chamamos de realidade e se puseram a divulgar tal descoberta aos demais seres.
Siddhartha Gautama, foi um príncipe da região do atual Nepal, buscador da verdade, e eventualmente tornou-se um professor espiritual daquilo que ele havia re-descoberto em si mesmo. É popularmente conhecido como O Buda, que significa “aquele que despertou”. Seus ensinamentos deram origem ao budismo, mas ao contrário do que muitos pensam, ele não é o fundador do mesmo. Nas palavras do próprio Buda, como é dito através do Sutra do Diamante:
Nunca pense que eu acredito que devo estabelecer um sistema de ensino para ajudar as pessoas a entenderem o caminho. Nunca divida tal pensamento. O que eu proclamo é a verdade como eu descobri. Um sistema de ensino não tem nenhum significado, porque a verdade não pode ser quebrada em pedaços e ser disposta em um sistema.
Existe muita discussão sobre se o budismo é uma religião ou é uma filosofia. Pode ser considerado ambos, pois o termo religião vem do latim “religare“, que significa “religação”, e a religação com a nossa essência é uma das buscas dos budistas. Outro pronto é que em qualquer religião há filosofia, mas a diferença é que no budismo é transmitida a idéia de que não devemos nos apegar a crenças, no sentido de não nos atermos apenas a elas. Além do mais é uma religião não-deísta, ou seja, não tem como base em suas estruturas nem narrar a formação do mundo, nem apresentar seres superiores e buscar favores deles ou sequer entender esse Deus ou deuses, simplesmente por que não temos como conhecer tudo.O budismo poderia também ser melhor descrito como uma ciência da mente, assim como a psicologia, já que busca compreender nossos processos mentais, e como podemos aprender a lidar com eles e até mesmo transcender o controle que alguns processos tem sobre nós.
Muitos dos que rotulam o budismo como sendo uma religião igual a qualquer outra, são pessoas que se dizem ateus, mas que na realidade são anti-religião, onde ao ligarem-se demais ao materialismo das coisas não conseguem vislumbrar a profundidade daquilo que eles não compreendem de maneira intelectual.
Simbologia das histórias
É importante entender que não se deve interpretar literalmente as histórias de Buda, assim como a deJesus e Krishna, pois elas são muitas vezes representações metafóricas de processos mentais. Também ocorre que quando se deseja expressar alguma idéia complexa de ser explicada usando as palavras, é preciso usar símbolos que as pessoas possam entender, ou pelo menos ajudá-las a ter uma noção do que se está falando.Uma curiosidade interessante relacionada ao assunto é o fato do personagem principal da “Trilogia Matrix “, Neo (One = Um), ser uma referência evidente ao Buda, devido a história do personagem ter diversas semelhanças, como a busca pela iluminação, a idolatria que o povo de Zion tinha por ele, na esperança de uma libertação, no final do filme Neo percebe que ele é um com a Fonte ao integrar o Agente Smith(que representa o Ego, ou a Sombra de Neo) em si mesmo.
O ator que interpreta o Neo, Keanu Reeves, também interpreta Sidhartha em um filme de 1993, “O Pequeno Buda”(Filme completo no final do artigo). No segundo filme “Matrix: Reloaded”, Neo encontra o Arquiteto, o criador da ilusão, algo parecido acontece no filme “O Pequeno Buda”, Buda encontra seu “falso eu”(a identificação com a forma, o ego) e chama-o de “arquiteto” também.
Ego pode significar muitas coisas: Algumas pessoas usam para se referir ao lado “problemático” da mente, aquele que sucumbe facilmente à ganância, gula, luxúria, ódio, preguiça, inveja e vaidade/orgulho. Sigmund Freud veio com um novo conceito sobre o ego, como sendo a identificação com determinado processo da mente, que seria a objetificação do “Eu”. Carl Jung usou para definir a estrutura da mente humana, a qual se encontra dentro de uma estrutura maior.
Quando vemos o ego como algo “problemático” o que sentimos imediatamente é a vontade de separá-lo, excluí-lo, mas isso só ira gerar mais conflito. O ego não é um inimigo, a não ser que você faça ele um. É apenas um processo mental, o qual valorizamos muito mais do que outros, e com isso acabamos por dar boa parte do nosso poder para essa parte de nossa mente nos controlar. O que precisamos fazer é tomar consciência da estrutura mental que construirmos, e podemos fazer isso de maneira eficiente  através auto-observação, ou qualquer observação na verdade, pois é essa a nossa essência, O Observador. Isso que é transcender o ego, não é destruí-lo, mas compreender porque ele existe, e usa-lo com sabedoria. E ninguém pode fazer isso por você, você precisa entender isso por si mesmo, o máximo que as pessoas podem lhe fazer é dar exemplos e destacar alguns pontos, mas você que precisa conectá-los.
Nas palavras de Lao Tzu: “A verdade não pode ser dita, se for dita, não é a verdade”.O Budismo é uma das religiões mais antigas ainda praticadas e uma que tem mais seguidores, cerca de 200 milhões de pessoas no mundo. Enquanto alguns preferem se referir ao Budismo mais como uma filosofia de vida do que uma religião.
De uma forma ou de outra, o que tem permitido esta filosofia / religião sobreviver ao longo do tempo e continuar ganhando popularidade são suas mensagens simples e cheias de sabedoria que pode realmente melhorar nossas vidas diárias. Na verdade, não é necessário abraçar o budismo para colher os benefícios que ele pode nos oferecer. Basta manter uma mente aberta e o coração disposto.
1. A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.
Nós tendemos a pensar que reagimos aos eventos que trazem consigo a semente de tristeza ou da alegria, mas, na verdade, reagimos ao que os fatos significam para nós. Nós só podemos sofrer por aquilo a que demos importância. Portanto, para evitar sofrimento desnecessário, por vezes, apenas um passo para trás, desanexar emocionalmente e ver as coisas de outra perspectiva. É difícil, mas com a prática você aprende. Na verdade, uma outra frase budista nos mostra o caminho: “Tudo o que somos é o resultado do que pensamos; É fundada em nossos pensamentos e é feito de nossos pensamentos. “
2. Alegrai-vos porque em toda parte é aqui e tudo é agora.
Muitas vezes perdemos a vida enquanto estamos amarrados ao passado ou preocupados com o futuro. No entanto, o budismo nos ensina que temos apenas o aqui e agora. Portanto, devemos aprender a estar totalmente presentes, para desfrutar de cada momento como se fosse o primeiro e o último. Não mergulhar no passado ou sonhar com o futuro, se concentrar no momento presente, porque é onde você vai encontrar as chaves para a felicidade.
3. Tenha cuidado com o exterior, bem como seu interior, porque tudo é um.
Somos uma unidade física e espiritual, mas muitas vezes nos esquecemos. Às vezes nos preocupamos muito sobre como cuidar do corpo e esquecemos a alma, enquanto em outras vezes nos preocupamos muito com nosso equilíbrio psicológico e negligenciamos aspectos importantes, tais como dieta e exercícios. No entanto, para encontrar um estado de bem-estar verdadeiro é imperativo que a mente e o corpo estejam equilibrados.
4. Melhor usar pantufas do que tentar colocar tapete no mundo.
Às vezes, ou porque superestimamos nossas forças ou porque não estamos cientes da magnitude da situação, estabelecemos metas que vão além de nossas capacidades. Em seguida, geramos um estresse desnecessário. No entanto, para encontrar a paz interior, é importante estar ciente de nossas forças e nossa dose de recursos, e qualquer caminho tem que começar de nós mesmos, antes de mudarmos o que não gostamos no mundo, mudemos o que não gostamos em nós mesmos.
5. Não ferir os outros com o que causa dor a si mesmo.
Esta é uma das máximas do budismo que, se aplicada ao pé da letra, estaríamos praticamente eliminado todas as leis e preceitos morais. No entanto, esta frase budista vai além do clássico “não faça aos outros o que você não quer fazer para você”, pois envolve, acima de tudo, uma profunda compreensão de nós mesmos e, uma grande empatia para outros.
6. Não é mais rico quem tem mais, mas quem precisa menos.
Apesar de não estarmos conscientes disso, o nosso desejo de mais, seja no material ou emocional, é a principal fonte de nossas preocupações e desapontamentos. Quando aprendemos a viver com pouco e aceitando tudo que a vida nos oferece no momento, podemos alcançar uma vida mais equilibrada e reduzir a tensão e stress. Entender que já temos todo necessário para atingir a paz interna e felicidade é um ensinamento que traz tranquilidade na caminhada e evita a ansiedade e desgaste incessante de sempre achar que a felicidade está logo ali na frente, mas nunca aqui.
7. Para entender tudo, é preciso esquecer tudo.
Quando somos pequenos, estamos abertos à aprendizagem, não temos ideias preconcebidas. No entanto, à medida que crescemos nossa mente está cheia de condicionamentos sociais que nos diz como as coisas devem ser, como devemos nos comportar e até mesmo o que pensar. Estamos tão imbuídos nesse contexto que não percebemos que nossa mente se tornou uma caixa muito estreita que nos aprisiona. Então, se você quer mudar e ver as coisas de outra perspectiva, o primeiro passo é se separar das crenças e estereótipos que o mantem amarrado. Neste sentido, uma outra frase budista nos ilumina: “No céu, não há distinção entre o leste e o oeste, são as pessoas que criam essas distinções em sua mente e depois pensam que são verdadeiras“.
8. O ódio não diminui ódio. O ódio diminui com o amor.
Gerar violência, raiva produz ressentimento. É algo que quase nunca aplicamos quando nos envolvemos em discussões nas quais somos guiados por nossas emoções mais negativas, respondemos às críticas com outro comentário e um ataque ainda mais forte. No entanto, o ódio só gera ódio, a única maneira de contrariar o seu efeito é o de proporcionar amor, respondendo com emoções positivas. Não se apaga fogo com mais fogo.
9. Dê, mesmo se você tiver muito pouco para dar.
Esta é uma das mais antigas frases budistas, e algumas pesquisas na área da psicologia positiva mostraram que a gratidão e a entrega é um dos caminhos que conduzem à felicidade. Não é sobre dar com intuito de receber algo, mas dar motivado pelo prazer que sente ao ajudar alguém.
10. Se você pode apreciar o milagre que mantém uma única flor, toda sua vida vai mudar.
Nesta frase budista o segredo da mudança está fechado: aprender a valorizar cada coisa e cada pessoa por aquilo que ele é: um milagre único e irrepetível. Quando aprendemos a não criticar, mas aceitar e se maravilhar com as menores coisas que nos rodeiam, nossa vida vai mudar porque estamos deixando aberta a gratidão, a curiosidade e a alegria. Pelo contrário, se pensarmos não há nada de especial sobre as pequenas coisas e estamos no topo do mundo, não apenas estamos fechando a beleza, mas também para a aprendizagem e crescimento. Se você não pode apreciar o milagre que envolve uma flor, é que você está morrendo por dentro. O que resume bem esse ensinamento é um post que já fizemos aqui sobre a visão da abelha e da mosca.
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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG
Temos seguido silenciosos, hesitantes e algumas vezes  desanimados, sem aparentemente nenhuma esperança por qualquer tipo de mudança. Podemos estar, neste ponto, tão distantes da esperança, que a esperança não é mais algo que possamos encontrar com tanta facilidade. Mas ainda assim, isto é simplesmente uma manifestação de nosso atual estado, e este estado é somente temporário.Pequenos vislumbres de esperança podem ter encontrado o seu caminho para nós sómente  á pouco tempo; Um sentimento novo e estranho para muitos de nós. As coisas estão melhorando e já podemos sentir que estamos  nos tornando mais fortes e nos conectando com o novo a cada dia.Podemos estar certos de que estamos sendo cuidados e protegidos. Fizemos progressos e uma maior conscientização de coisas boas estão ocorrendo. Ao mesmo tempo, nós também estamos nos desligando de nossos espaços normais. A desconexão pode chegar de várias formas. Podemos ter os nossos celulares apresentando algum defeito, ou agindo de forma diferente do normal e podemos nos encontrar desconectados de nossos antigos lares e relacionamentos por estranhas razões, ou podemos até ter os membros de nossa família distantes de nós,íntimamente.Seja qual for o processo, estamos nos desconectando de muita coisa, a fim de nos prepararmos para a Grande Reestruturação que logo irá ocorrer.Assim que estivemos livres por algum tempo de todos esses laços antigos que não nos servem mais, nós então nos reconectamos, e isto tem chegado periódicamente  na forma de ondas de grande explosão solar que alcançaram a Terra este ano e seus efeitos puderam ser sentidos (especialmente para os mais sensíveis) por vários dias. Elevamo-nos como um todo para um espaço inteiramente novo. Desta maneira, tivemos uma grande limpeza e nos purificamos os nossos espaços e muito mais, enquanto ao mesmo tempo, tocamos muito profundamente no novo e o ancoramos. E porque fizemos tanto progresso em relação a retirarmos as camadas através da ascensão, fomos literalmente esvaziados e por isso muitos ainda não estão centrados em novos patamares e outros estão ainda sem ter as coisas muito claras,mas sabendo que algo está mudando vertiginosamente.Para aqueles que estavam em primeiro plano e para aqueles em que restaram menos camadas, este esvaziamento foi muito doloroso. Especialmente para o corpo físico. Lembremo-nos que os mais depertos foram básicamente “preparados antes” por mais tempo do que  a maioria , assim estes tipos de eventos os atingiram em níveis bem mais profundos do que a maioria. Tivemos que ancorar e ter essas novas energias da nova realidade retidas. Assim, ainda que possamos ter sentido alguns vislumbres de esperança pouco antes, estes eventos recentes em nós e no planeta, estão servindo para consolidar a nossa nova realidade e os novos degraus que recentemente encaixamos. Desta forma, depois que estes eventos começar a enfraquecer seus efeitos, iremos nos sentir muito, muito mais fortes do quenunca.Mas há ainda mais. Sempre que entramos em um espaço de vibração mais elevada, as energias mais densas e mais escuras são desalojadas. Desta maneira, elas não têm nenhum lar; Elas não sabem para onde ir e agora se encontram expostas à luz; e quando elas começam a entrar em pânico, todo a “energia escura” pode ser liberta.Devemos nos lembrar de que não há realmente nenhuma escuridão, certo ou errado e nem bom ou mau, mas simplesmente energias que vibram em níveis diferentes. E tudo real e simplesmente, apenas È. Nestas novas energias, nós reconhecemos, aceitamos, reverenciamos e amamos profundamente. É o amor que realiza a cura. Precisamos sómente resplandecer a luz e oferecermos amor, ou se estivermos muito esgotados e exauridos, precisamos simplesmente “ser”, confiarmos, aceitarmos e deixarmos ir.
EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL
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Divulgação: A Luz é Invencível
Fonte:https://portal2013br.wordpress.com/2016/05/17/chaves-para-o-autoconhecimento-e-a-cura-uma-visao-budista-que-pode-mudar-a-sua-vida/