domingo, junho 26, 2016

21 Day Meditation Experience with Deepak and Oprah : Getting Unstuck - Creating a Limitess Life - Free

Nova serie de 21 dias de meditação gratuita com Deepak e Oprah, inicia em 11/07.

New free 21 days of meditation with Deepak and Oprah, begin 7/11. Join me!

Meditate your way to the best version of yourself. 

CHAVES PARA O AUTOCONHECIMENTO E A CURA-A Quinta Força e a Iluminação Interior



Muitas vezes nossas atitudes são dirigidas por influências desconhecidas e que se confundem com nossa própria vontade consciente. Essas influências têm origens diversas, internas e externas, e atingem objetivos distintos. A primeira delas é a própria vontade, ou a nossa forma de desejar, inerente à natureza espiritual de nossa essência singular, fruto da criação divina, e que difere da vontade consciente, oriunda de muitos fatores. A segunda delas advém das entidades espirituais a que todos estamos sujeitos como participantes da sociedade dos espíritos, encarnados e desencarnados. Essa influência é facultada graças à mediunidade, inerente a todos os seres humanos. A terceira influência é decorrente dos automatismos e condicionamentos da fisiologia corporal e de suas respostas aos estímulos externos. Por último, podemos situar as influências inconscientes decorrentes das relações humanas da vida atual e das várias vidas sucessivas, que, por mecanismos automáticos, formam em nossa mente estruturas que continuam direcionando nossas atitudes sem nos darmos conta. São modos de pensar que se instalam  como direcionadores psíquicos das exteriorizações comportamentais. Dessa forma quando falamos em motivação, desejo e vontade temos que entender que suas origens são do domínio do Espírito. Porém, quando as exteriorizamos, englobamos os condicionadores agregados fisiológica e socialmente. Podemos afirmar que nosso futuro está condicionado por quatro importantes fatores que agem automáticamente e diretamente em nossas vidas. O primeiro deles decorre da união das influências anteriormente citadas. O segundo da nossa visão de mundo, isto é, como encaramos as circunstâncias que se apresentam a nós e a forma como reagimos a elas. É a nossa percepção de mundo, como um ente interno, porém condicionado pelo mundo externo, que exerce influência capital em nosso destino. A visão do mundo que temos é o pano de fundo que serve ao cenário de nossas realizações. A lente com a qual percebemos o mundo é a mesma que filtra as possibilidades de captá-lo na totalidade. Mesmo que sejamos conscientes de que a realidade existe independente de nós mesmos, não podemos esquecer que a visão que temos dela é parte da nossa existência, portanto constitui-se na condição essencial para entendê-la. Por esse motivo devemos conhecer e compreender a multiplicidade de visões que formam o mosaico da natureza humana.
O terceiro advém do carma negativo, isto é, das nossas obrigações para com processos educativos decorrentes de atitudes do passado. O carma negativo é o que comumente se chama de dívida e respectivo resgate. O quarto e último fator vem dos objetivos de Deus/Fonte manifestos em Suas leis. A ciência estabeleceu as interações entre os corpos como decorrentes de quatro grandes forças. A força fraca, que une os elementos químicos entre si, formando as moléculas; a força forte existente entre os componentes do núcleo atômico dando origem ao próprio elemento químico; a força gravitacional que faz com que os corpos se atraiam entre si; e, por último, a força eletro-magnética que é responsável por um sem número de fenômenos físicos. Há ainda uma quinta força na natureza, que pode ser percebida pelo ser humano. Essa quinta força é a psíquica e funciona como uma quinta lei, em paralelo às leis estabelecidas pela ciência. Ela possibilita as conexões regidas pelo pensamento, pela imaginação, pela fantasia e está presente nos sonhos comuns. É por ela que ocorrem as atrações entre as pessoas, constituindo-se numa modalidade de energia sutil e ao mesmo tempo poderosa e perceptível em suas manifestações além das quatro forças descritas pela ciência. Desconsiderar a força psíquica, não estando atento aos fenômenos dela decorrentes, é o mesmo que não conceber a quarta dimensão. Os fenômenos psíquicos são de tal forma importantes que são eles que antecipam e formam a base das ações humanas. Podemos dizer que a natureza é vista pelo ser humano a partir de seus processos psíquicos, já que não se pode penetrar na essência das coisas como elas são sem lhes alterar a realidade. Nesse sentido, a psicologia, aliada ao Espiritismo, estarão na vanguarda dos estudos dessa força psíquica.
Ocupar-se dessa força é o futuro das ciências da mente e do espírito. Penetrar no funcionamento complexo  da psiquê humana é o grande desafio da ciência moderna. Reduzi-la a uma indústria de engenhocas eletrônicas é malbaratar a capacidade humana de penetrar naquilo que é sua própria essência. Muito embora a produtividade científica do Século XX tenha sido muito grande, não se pode esquecer que a grande maioria de suas descobertas se deve a estudos e idéias oriundas do século anterior. A mente humana parece seguir o caminho do menor esforço. Nada que signifique sofrimento, que traga dor, que tenha complexas proporções ou que seja desagradável é desejável que permaneça por muito tempo no domínio da consciência. O que não é suportável na consciência, por vários motivos, vai para uma outra instância, o inconsciente, que nada mais é do que aquilo que não é e nem pode ser consciente. Não quero excluir com essa afirmação as idéias de recompensa e punição desenvolvidas pela psicologia comportamental, porém quero esclarecer que os limites dessa última se restringem aos aspectos estritamente fisiológicos, esquecendo-se da riqueza e complexidade das motivações e atitudes humanas quando se dedicam a atender a sua própria criatividade. Não se pode pensar em recompensa, reforço, condicionamento ou punição quando se observa a criatividade de um gênio como Mozart ou Bach. Há uma busca natural, arquetípica, pelo equilíbrio psíquico. Esse estado de equilíbrio é o desejo de felicidade instintivo no ser humano. Essa tendência ao equilíbrio é o sentido divino interno no psiquismo. É a Quinta Força em movimento. Pode-se acrescentar que o desenvolvimento dos estudos do psiquismo humano, em particular aqueles realizados pela Psicologia e pela Parapsicologia, com as  contribuições inegáveis do Espiritismo, são responsáveis pela percepção dessa outra força da natureza. Existe uma distinção entre essa força da natureza e o próprio Espírito como o elemento inteligente do Universo. Essa força  é ainda uma modalidade de energia, portanto derivada da matéria ou, em última instância que ordena esta. Pode-se chamá-la de matéria quintessenciada, formadora do que se chama corpo espiritual ou perispírito. Essa força tem características ainda desconhecidas, pois sua natureza é extremamente plástica e capaz de conter idéias, emoções e tudo que diga respeito aos processos mentais. Embora o espírito, através do perispírito, seja capaz de armazenar em si todas as vivências pregressas, embora ele seja a sede de todas as emoções e da inteligência, não consegue ele manifestar de pronto toda essa gama de experiências.
A consciência é um campo limitado. Embora o conhecimento exista em nós, não conseguimos retê-lo na consciência. Esse conhecimento constante da memória de cada um de nós, à exceção do que se constitui o conhecimento da lei de Deus, se encontra estruturado e contido por essa força a que nos referimos. Face às alterações nas camadas estruturais do perispírito, quando se volta para uma nova existência, dá-se o esquecimento do passado. Essa Quinta Força está presente nos argumentos da Razão e nas intenções das emoções. Ousamos dizer que não é a Razão senhora das atitudes, mas são as Emoções que dirigem a Vida. A Razão apenas torna-as socialmente justificáveis. Distinguindo sensações de emoções, sendo estas uma aquisição do espírito no convívio social, após a domínio da percepção de si mesmo, na descoberta da  própria individualidade e da singularidade e aquelas decorrentes do contato do corpo com o mundo externo. A natureza da energia psíquica e de que modo ela é utilizada pelo espírito para plasmar as experiências subjetivas, ainda é terreno obscuro para o saber científico. Só poderemos confirmar sua existência, por enquanto, pelas manifestações externas dos sentimentos, bem como pelos comportamentos humanos em níveis cada vez mais profundos de refinamento e complexidade.
Iluminação Interior
Iluminar-se é dotar-se de luz, a fim de clarear a própria vida. Iluminar o mundo interior é o mesmo que adicionar energia à luz interna, chama divina do Criador da Vida, adquirindo a consciência das potencialidades inerentes ao próprio espírito. Somos mais do que imaginamos e percebemos que somos. Temos mais capacidades do que acreditamos que possuímos. Mesmo as pessoas que ainda se encontram no início de sua caminhada evolutiva, possuem esse sentido interior de crescimento, portanto a potencialidade de realizá-lo. Essa iluminação interna não é uma simples descoberta de algo que se encontra escondido, mas se dá no encontro com a realidade externa. É um longo processo de amadurecimento do espírito que vai em busca de si mesmo para iluminar-se interiormente e não mais perder seu brilho. Esse processo se dá por etapas que sintetizamos para melhor compreensão. São etapas dessa longa, lenta e necessária caminhada:
a) autoconhecimento, ou o conhecimento de si mesmo;
b) autodescobrimento, ou a descoberta das potencialidades;
c)  autotransformação, ou mudança de comportamentos; e,
d) auto-iluminação, ou a manifestação do espírito, essência divina pessoal.
Essas etapas não são estanques e isoladas. Elas podem ocorrer simultaneamente e em qualquer época da vida. Geralmente se iniciam na meia idade, quando alguns processos já foram vividos. Muitas vezes se iniciam após uma crise de valores ou crise de Vida. Essas etapas levam várias existências, até que o espírito alcance determinadas conquistas na evolução. Uma vez alcançado o final do processo, o espírito poderá escolher onde, com quem e de que forma voltará a uma nova existência. Diante das crises que propiciam as mudanças é necessário fazer silêncio. Silêncio para ouvir a voz interior que vem do Self, da intimidade do espírito, senhor do processo de encontro com Deus/Fonte. O silêncio na vida é como uma meditação para se encontrar a paz de espírito desejada, para depois recomeçar a caminhar. Ouvir a voz interior é perguntar-se o que deve fazer em determinada situação, sem apressar a resposta. O processo de iluminação interior é a descoberta do deus interno, parcela criadora gerada diretamente por Deus, em nós. Há um Deus, Absoluto, Criador e Causa de todas as coisas.
O MESTRE INTERIOR
Há um deus interno, Sua imagem e semelhança, descoberto inicialmente pelas manifestações da Natureza, confirmado pela necessidade psicológica de sua existência e sentido pela vivência do amor em plenitude. Iniciar um processo de auto-iluminação é espiritualizar o próprio olhar sobre o mundo, colocando o amor na consciência, inundando a razão do sentimento de amorosidade. Nossas idéias e raciocínios passam a ser contaminados pelos sentimentos superiores oriundos do espírito, dotado de amor e sabedoria. Nesse momento, alcançaremos prosperidade e tranqüilidade na vida. Ser próspero é estar resolvido nas várias dimensões, e isto ocorre quando atuamos no mundo com amor e sabedoria. Quando atuamos no mundo, quer captando a realidade quer desejando transformá-la, fazemo-lo segundo condicionantes psíquicos já antes citados. A esses arquétipos, usando uma linguagem psicológica junguiana, se acoplam funções psíquicas que enfeixam nossa maneira de perceber e agir, são formas de captação da realidade, que de tanto utilizarmos acabam se confundindo com a própria personalidade. São utilizadas de acordo com tipos característicos de indivíduos.
As funções são:
1-pensamento,2- sentimento,3- sensação e 4-intuição.
A função pensamento nos permite ver o mundo de forma lógica e pragmática e as coisas de acordo com sua utilidade; a função sentimento, ao contrário da anterior, nos leva a ver o mundo a partir de um sistema valorativo emocional; a função sensação nos capacita a ver o mundo como ele é de forma bastante realística, isto é, sensorial, as coisas são como se nos apresentam; a função intuição nos condiciona a vermos a realidade de forma completa, projetando-a no tempo e no espaço como uma totalidade. Essas funções psíquicas conseguem particularizar e separar a realidade de tal forma que acreditamos que o mundo é daquela maneira que vemos. No processo de iluminação interior deveremos aprender a utilizar as quatro funções, bem como outras que venhamos a descobrir durante as etapas. A totalidade do ser humano, isto é, do espírito, não pode se resumir a seus processos psíquicos. Entendemos que a mente ou o aparelho psíquico, é instrumento do espírito, portanto apenas expressa parte dele.
A iluminação interior se dará por via desse complexo funcional, porém não se restringe a ele nem tampouco limita-se à descoberta de capacidades intelectivas, emocionais ou mediúnicas. Iluminar-se é, como espírito, sentir a totalidade criada por Deus e viver segundo Seus objetivos. Há um lugar… onde não existe ódio, no qual a felicidade é possível, onde não há crimes, ou guerras, onde não há rancores ou tristezas, onde as pessoas se entendem, os deveres são seguidos, onde todos têm oportunidades idênticas, onde vigora a mais perfeita justiça e todos os direitos são respeitados, onde nenhum mal alcança, onde não há doenças, onde não existe pobreza nem miséria, onde o forte respeita o fraco e não há oprimidos, não há minorias nem maiorias, onde as pessoas não entram em depressão nem têm medos, onde seus anseios são satisfeitos e as verdades são ditas de forma amorosa, onde impera a fraternidade, não há inveja nem cobiça, onde o amor é o sentimento máximo, onde as pessoas estão em paz e vivem em plenitude de espírito, onde se pratica a verdadeira caridade, onde não há traças nem ladrões, onde as virtudes são exercidas e o bem vigora sempre. Lá, não há tempo nem espaços vazios, não há condições de sofrimento, tudo é belo e harmônico, onde a natureza fez sua morada, onde Deus/Fonte é cultuado em espírito e verdade. Este lugar é a consciência do ser espiritual que nós somos, essência divina criada simples e ignorante para, como uma flecha arremessada pelo arqueiro, alcançar o alvo da perfeição. Em nós, Deus/Fonte habita e fez sua morada. Somos a mônada celeste em busca de realização. Surgimos do leito profundo e quente dos oceanos em busca da Terra-Mãe, carentes do encontro com a superfície, na procura do solo para ancorarmos e, a partir daí, irmos em busca do infinito.
CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG
Crescemos sob a influência das forças telúricas da natureza que forjaram nossa capa protetora do corpo físico. Amoldando-nos às contingências da natureza, suplantamos os desafios da matéria e das energias envolvidas no processo de aprimoramento material e espiritual. Somos fruto do nosso próprio esforço pela conquista do encontro com o Criador. Impulsionados pelo Seu Maior Amor, desafiando obstáculos sem fim, aprendemos a distinguir as escolhas necessárias para o conhecimento de Suas leis. Submetidos ao Seu impulso criador aprendemos a viver e conviver nas várias espécies vegetais e animais, nos vários reinos da natureza, formando as capacidades de sentir, pensar e amar, para, finalmente, alcançarmos a condição de seres iluminados.
EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL
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Bibliografia para consulta
1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Um Curso em Milagres
Foundation for de Inner Peace
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Ascenção Cósmica
James Tyberonn
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-Modern Physics and Vedanta
 Swami Jitatmananda
10-Vedanta Monthly
 Vedanta Center
11-Manuscritos -acervo pessoal

Nota:Biblioteca VirtualCONSULTE NOSSO CANAL DE VÍDEOS

Divulgação: A Luz é Invencível
 Fonte: https://portal2013br.wordpress.com/2016/04/12/chaves-para-o-autoconhecimento-e-a-cura-a-quinta-forca-e-a-iluminacao-interior/

quarta-feira, junho 22, 2016

Sobre o Ego e sobre a Alma


EGO X ALMA

1) O ponto de vista do EGO é sempre EGO-ÍSTA. O ego só pensa nele próprio, ele não leva em consideração o ponto de vista do outro, mas o exclui, pois somente ele é quem importa. A ALMA é sempre ALTRUÍSTA, sendo assim, sempre leva os motivos do outro em consideração; a alma jamais irá prejudicar uma pessoa ou querer levar vantagem sobre ela, mas ajudá-la na sua evolução sempre que possível. Altruísmo também é a possibilidade de agir de forma desinteressada, algo impossível para o ego, pois suas atitudes visam sempre um interesse. Generosidade é um atributo da alma.

2) O EGO é COMPETITIVO. Ele quer ser sempre o melhor: O mais bonito, o mais inteligente, o mais amado, o mais elogiado, o mais importante, mais bem-sucedido... Ninguém pode estar acima do ego, somente abaixo, e é dessa forma que ele vê os outros. Já a ALMA é INCLUSIVA por natureza, e se ela busca o melhor para si mesma, não é por isso que deixará de desejar o mesmo para o outro. A felicidade da alma é ver o seu semelhante bem da mesma forma que ela.

3) O EGO é passível de MÁS INTENÇÕES. Ele não hesitará em desbancar aquele que considera seu rival em potencial; poderá ser capaz das armações as mais vis para alcançar seu objetivo de derrotá-lo, e o sentimento que poderá mover o ego nestes momentos é a inveja, a cobiça, o ciúme, dentre outros. A ALMA é PURA em suas INTENÇÕES. Apesar de passível de erros, ela não age de forma a racionalizar e premeditar uma maldade, por isso as intenções da alma são sempre positivas e livres de segundas intenções. Honestidade é uma característica própria da alma.

4) O EGO é RANCOROSO. A ALMA sempre PERDOA. Como não permite ser contrariado, se isso acontece, o ego pode sentir-se ofendido e rancoroso em relação a quem lhe causou a ofensa, guardando-a, remoendo-a e até mesmo vingando-se do seu "algoz". A Alma jamais guarda rancor. Apesar de poder sentir-se desrespeitada e magoada, a alma sempre perdoará o ofensor já que tem uma enorme capacidade de compreensão dos motivos do outro e das suas limitações.

5) O EGO é passível de MENTIRA. A ALMA é uma BUSCADORA da VERDADE por excelência, por isso sempre usará da franqueza e da sinceridade em todas as suas relações. O ego não vacilará ao enganar para negar sua responsabilidade perante os fatos ou levar vantagens sobre os objetos de seus desejos. 

6) O EGO é CORRUPTÍVEL. A palavra ética é dissonante quando o ego encontra uma forma de realizar suas ambições, geralmente ligadas a poder, sexo e dinheiro; como ele somente quer satisfação de seus próprios desejos, fará de tudo para que eles sejam realizados, ainda que de uma forma um tanto ao quanto imprópria. A ALMA é INCORRUPTÍVEL. Ela também tem vontade de evoluir, prosperar, ter sucesso em seus empreendimentos e ter relacionamentos satisfatórios e felizes, mas nunca irá passar por cima de seus valores e de sua ética para vê-los satisfeitos. Ela preferirá um momento mais oportuno quando sentir que as sementes não podem ser ainda plantadas ou os frutos colhidos. Ela esperará por uma melhor ocasião, e abrirá mão do que não condizer com seus princípios,  pois preferirá colocar a cabeça em seu travesseiro e dormir um sono tranquilo em sua consciência.

7) A ALMA é CORAÇÃO. Ela sempre "pensará" com o coração. Conectada que é com seus sentimentos e valores, não deixará de utilizar este poderoso sensor para se direcionar nos caminhos da vida, para poder tomar as decisões mais cabíveis de forma a manter o seu próprio equilíbrio. O EGO evita usar o coração, geralmente ele usa a RAZÃO para tomar as suas atitudes; sendo assim, encontrará sempre um motivo razoável (e egoísta claro) para justificar as suas ações, ainda que prejudiquem alguém, além dele mesmo.

8) A ALMA age com CONSCIÊNCIA. A INTENCIONALIDADE de suas ações será sempre muito bem pesada, a AÇÃO será sempre RESPONSÁVEL medindo-se os prós e contras em relação ao que as suas ações podem acarretar, não somente para si, mas também para o seu semelhante. O EGO geralmente age de forma INCONSCIENTE, movido pelas suas próprias projeções que vê refletidas nos outros e pela força das ilusões. 

9) Não é à toa que o EGO é muito mais SUSCETÍVEL AO SOFRIMENTO do que a alma, pois agindo de forma inconsciente, ele também cria carma que irá atingi-lo de forma inexorável, levando-o ao crescimento. A ALMA, uma vez ancorada, aprenderá a não mais sofrer, apesar de poder sentir DOR, porque AGE POSITIVAMENTE e porque as suas ESCOLHAS são DESAPEGADAS dos desejos do ego. 

10) O EGO é JULGADOR. Como para ele é difícil ter consciência de suas imperfeições, ele se acha no direito de julgar as atitudes dos outros e acredita que seu julgamento está correto segundo seu estreito e limitado conhecimento dos fatos. A ALMA NUNCA JULGA. Ainda que possa ter seu próprio juízo a respeito dos fatos que lhes cercam, a alma não julga pois compreende que cada ser se determina pelo seu particular estado de consciência e não há como exigir correção de quem ainda não tem compreensão  sobre si mesmo e de sua própria responsabilidade na vida. A ALMA também não se julga, mas se aceita e se perdoa da mesma forma que faz com seu semelhante; se ela erra, se auto-avaliará, e procurará não fazê-lo mais. O EGO sente-se culpado, pois da mesma forma que julga e condena os outros,  faz isso a si mesmo.

Namastê! 
Texto revisado por: Cris

Fonte: por Daniele Alvim - contato@danielealvim.com.br   
Daniele Alvim é Escritora, Terapeuta e Professora de Aura-Soma
Visite seu Blog: http://danielealvim.blogspot.com
  E-mail:contato@danielealvim.com.br
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sábado, junho 18, 2016

Simple Statements That Will Help You Stop Being Negative


We all know that our attitude to things and people, to ourselves, to life itself is crucial for our happiness.  And yet, sometimes it may be really hard to turn your back to negativity. Negativity is like a virus - it spreads fast, diminishes your strength, takes away your will to smile and enjoy life. The following simple statements will help you free yourself from negativity. They will help you change your point of view. And thus, change your life. Read them, remember them, apply them... It is worthy!

1. What other people say about me is their problem, not mine. – Don't take other people's negativity personally - most negative people behave negatively not just to you, but to everyone they interact with.

2. I am free to be ME. – Happiness is found when you stop comparing yourself to everyone else and what they want.

3. Life isn't perfect, but it sure is great. – Our goal shouldn't be to create a perfect life, but to live an imperfect life in radical amazement.

4. It's okay to have down days. – Expecting life to be wonderful all the time is wanting to swim in an ocean in which waves only rise up and never come crashing down.

5. Even when I'm struggling, I have so much to be grateful for. – We tend to forget that happiness doesn't come as a result of getting something we don't have, but of appreciating everything we do have.

6. Every experience is just another important lesson. – Disappointments and failure are two of the surest stepping-stones to success.

7. Not everything is meant to stay. – Change can be terrifying, yet all positive growth and healing requires change.

8. Being wrong is the first step to being right. – Sometimes the wrong choices bring us to the right places.

9. I do not need to hold on to what's holding me back. – You are not what has happened to you; you are what you choose to become.

10. My happiness today is simply the result of my thinking. – Happiness starts with you – not with your relationships, not with your job, not with your money, but WITH YOU.

11. Who I spend quality time with matters. – Surround yourself with people who lift you higher – those who see the great potential in you, even when you don't see it in yourself.

By: Marc Chernoff

domingo, junho 12, 2016

CHAVES PARA O AUTOCONHECIMENTO E A CURA-Auto-análise, Desenvolvimento pessoal e Dimensões da Vida


A AUTO-ANÁLISE
Espiritualizar-se não é apenas pertencer a um credo religioso; Requer envolvimento num processo de reconhecimento e percepção de si mesmo na condição de espírito imortal. Nesse processo é fundamental a auto-análise e a compreensão dos estágios em que nos encontramos em relação às várias dimensões da própria vida. Por dimensões, entendemos os campos em que a vida nos coloca, exigindo atuação, cuidados, respostas, adaptação e progresso. Muito embora os tenhamos separado para efeito de análise, tais campos são vividos simultaneamente pelo ser humano. São áreas de atuação na vida, nas quais aprendemos a lidar conosco mesmos, a lidar com os outros, a viver em sociedade, bem como a conhecer as leis gerais do Universo/Deus/Fonte. Para se analisar as várias dimensões da Vida é necessário perceber-se criteriosamente, verificando os vários aspectos da própria personalidade, sem camuflar os próprios limites, nem deixar de ver a própria sombra . Em geral deve-se buscar ajuda de amigos leais que possam nos mostrar a face oculta de nossa personalidade. Essa análise nos leva a um novo estágio de vida, pois nos faculta estar sempre revendo nossas próprias posturas na vida. É um processo dinâmico e terapêutico. Quando feito durante meditações e protegido do burburinho da coletividade, nos leva a perceber o ponto mais interno de nossa psiquê. A análise deve abranger as dimensões corporal, física, sexual, filial, paternal, maternal, afetiva, emocional, criativa, religiosa, espiritual, psicológica, profissional, intelectual, política, fraternal, financeira e artística. A boa atuação do indivíduo nessas dimensões proporcionará a aquisição de importantes elementos formadores da Lei Maior em nós.
A DIMENSÃO CORPORAL
Na dimensão corporal devemos estar atentos à aceitação do próprio corpo como ele é, e, caso necessite de correção de sua aparência, face à exigência estética pessoal ou corretiva, sua impossibilidade não deve se constituir em complexo de inaceitação da própria fisionomia ou anatomia. Em muitos casos a forma que o corpo ou a expressão facial adotam refletem a natureza do espírito que o anima. Por esse motivo, é necessário entender a linguagem do corpo e saber utilizar seus recursos da melhor forma, minimizando as limitações ou problemas por ele gerados. É importante perceber e aceitar as modificações do corpo decorrentes da idade, pois aceitar a velhice ou o desgaste natural do corpo, principalmente da pele, é uma arte que nos acrescenta sabedoria. Ainda nesta dimensão, ter cuidados com a  parte da personalidade que é por nós negada ou desconhecida, cujos conteúdos são incompatíveis com a conduta consciente. A higiene pessoal representa respeito ao corpo como instrumento de evolução, tanto quanto consideração para com os que convivem conosco. Para conservação do corpo é fundamental a prática de esportes sadios, de acordo com a idade e com os limites físicos de cada um. Estar resolvido nessa dimensão implica num grau de satisfação com o corpo a ponto dele não se constituir em elemento de frustração e de desvalorização de sua forma, vendo-o como instrumento de evolução para o próprio espírito. A dimensão física, como extensão da corporal, compreende os cuidados com a saúde do corpo que vai além da preocupação estética, ao ponto de conhecer seu funcionamento e suas reações diante de alimentos, remédios e emoções. Implica em dar ao corpo o necessário repouso e a alimentação adequada às exigências de sua jornada diária. Nessa dimensão está inclusa a preocupação com o lazer como forma de repor as energias do corpo e da mente. A pessoa resolvida nesse campo conhece seu corpo e os limites de seu desempenho.
A DIMENSÃO SEXUAL
Na dimensão sexual é que se situa grande parte dos conflitos humanos, face ao tabu com que se tem enxergado a sexualidade. Nessa dimensão destacamos: o sentido do prazer sexual na vida do ser humano e a forma como ele lida com sua libido (energia psíquica de caráter sexual). Nesse particular, o indivíduo deve responder se tem sua sexualidade definida e se usa ou é usado pela sua libido. Muitas vezes o ato sexual, bem como a escolha do parceiro(a), não são opções conscientes, mas expressam confusões na sexualidade, resultantes da incapacidade de entender adequadamente o direcionamento e a natureza dos desejos.  Ainda nesse campo, deve o indivíduo verificar a serviço de que propósito usa o erotismo e a sensualidade em sua vida. Ambos devem estar no lugar certo e no momento certo, sem se constituírem em obstáculos à manifestação da própria vida e sem se tornarem lugar comum nas atitudes do ser humano. O sexo não é impuro como nos foi pregado por séculos de repressão religiosa ou contrário à evolução, mas instrumento a serviço da procriação e do prazer, podendo significar expressões de amor profundo entre almas afins. Na presença do amor, ele complementa a felicidade dos que se percebem espíritos, além das contingências materiais. Quando usado adequadamente representa importante aquisição ao espírito que se encontra ainda prisioneiro da força poderosa da energia sexual. Estar resolvido nesse campo é usar a sexualidade a serviço da própria Vida, sem repressões nem abusos, sem medos nem exageros, porém consciente que as energias da Vida, tanto quanto a sexual, estão a serviço do espírito imortal, senhor de seu próprio processo evolutivo. Onde estiver, o espírito responderá pelo uso que vem fazendo das energias da Vida.
A DIMENSÃO FILIAL
Na dimensão filial reside a forma como lidamos com nossos pais, isto é, nossa relação desempenhando o papel de filho ou filha, como lidamos com nossos familiares e qual nossa função na família da qual somos originários. A boa  relação com os pais e irmãos, bem como com outros entes que se chegaram à família, representa o livre arbítrio de poder escolher, numa próxima existência, com quem renascer. Caso nossos pais já tenham falecido e não tenhamos irmãos, podemos estender a análise para as pessoas com as quais estabelecemos relações que se assemelham às de família. Estar resolvido nesse campo significa, além de ser grato aos pais, quaisquer que tenham sido suas atitudes para conosco, viver bem com os entes familiares, não sendo peso na vida de ninguém nem contribuindo para a desarmonia do grupo familiar originário. Na dimensão paternal podemos incluir tanto nossas atitudes como pai, se tivermos filhos, quanto nossa forma de afirmação diante da Vida. Tal forma engloba a coragem para tomar atitudes, a disciplina para lidar com a complexidade do mundo e o DISCERNIMENTO às normas e regras sociais. É o exemplo paterno que contribui para que nos tornemos determinados e corajosos diante da vida adulta e seus desafios. Caso tenhamos filhos devemos nos perguntar de que forma os educamos. Se somos rígidos, arbitrários, tiranos ou excessivamente castradores, pode ser indício de abrigar internamente (conservar psicologicamente um modelo) um pai muito duro e negativo. Se somos negligentes, permissivos ou excessivamente liberais, isso pode ser indício de um modelo inconsciente de pai ausente ou sem disciplina. Geralmente manifestamos o modelo de pai que temos inconscientemente na forma como nos posicionamos na Vida durante a adolescência e vida adulta jovem (mais ou menos entre 14 e 25 anos). O adolescente irresponsável ou o adulto jovem desencontrado refletem em parte, o pai permissivo. O adolescente responsável e o adulto jovem  estruturado, refletem em parte, o pai interno equilibrado. O adolescente retraído e com dificuldade de escolhas, bem como o adulto jovem acomodado, podem refletir o pai interno muito duro.
A DIMENSÃO MATERNAL
A dimensão maternal é aquela que nos possibilita estabelecer relações profundas com as pessoas. Nessa dimensão nos preocupamos com o bem estar dos outros e com a afetividade e amorosidade da vida. Nela nos preocupamos com a proteção e manutenção das pessoas. Nela, fala mais alto, a maternidade como força nutridora e mantenedora da Vida. Deveremos perceber, sendo ou não mãe, se sabemos nutrir as pessoas de vitalidade e disposição para amar. Se temos filhos deveremos analisar de que forma atuamos, isto é, se somos muito protetores, o que pode levar a anular o filho, ou se somos displicentes, o que leva à frieza nas relações amorosas. Adultos com dificuldades na relação a dois, no que diz respeito à aceitação do outro como ele é, podem ter tido mães super-protetoras. Por outro lado, adultos carentes afetivamente, podem ter tido mães não muito carinhosas. O tipo de relação que se teve com a mãe exerce profunda influência na vida de qualquer pessoa. Pode determinar a forma como nos relacionaremos com as pessoas para o resto da existência. Ser mãe não é só parir ou nutrir os filhos, nem tampouco subtraí-los do embate com o mundo como se fossem eternas crianças, mas prepará-los para os envolvimentos emocionais a que sempre estarão sujeitos. Estar resolvido nesta dimensão é saber exercer bem a função materna como algo que possibilita ao outro com quem interagimos, a capacidade de ter relacionamentos sadios e de se tornar independente de nós mesmos. É também estar consciente de que essa função nos possibilita a vivência do papel de co-criadores na Vida.  Na dimensão afetiva vivenciamos a capacidade de nos relacionarmos bem com as pessoas sem as exigências de troca que normalmente fazemos nas relações que a Vida nos impõe. A afetividade é a forma de se relacionar com o coração disponível ao encontro com o outro sem cobrança de reciprocidade. É saber se dirigir ao outro sem que se esteja projetando seus próprios preconceitos e carências. A afetividade é representada em nossas relações pela doçura, meiguice e trato suave com as pessoas, principalmente nas relações familiares domésticas. É saber cativar o outro pela fala do coração, que se motiva em favor do entendimento com amorosidade. Afetividade é compreensão e sensibilidade para com os outros. Estar resolvido nessa dimensão é estar sempre de bem com a consciência e em paz quando se dirigir aos outros. É na dimensão fraternal que nos relacionamos com os amigos e que desenvolvemos nossa forma de cativá-los. Fazer amigos é tão difícil como mantê-los, pois nem sempre nos dispomos a estabelecer uma relação com as pessoas sem que almejemos algo que elas possam nos oferecer. Ser amigo de alguém é fazer por ele o que gostaria que ele fizesse por você, sem que isto seja exigido. É ser verdadeiro quando as circunstâncias o exigirem, sendo coerente quando tiver que fazer qualquer observação que lhe desagrade, fazendo-a com desejo sincero de ajudá-lo. Poucas são as pessoas que conservam amizades de infância. Quando conseguem, estabelecem relacionamentos mais profundos. Estar resolvido nesta dimensão é ter uma rede de amigos tão ampla que sempre possa estar com eles a qualquer momento de sua vida.
DIMENSÃO EMOCIONAL
Na dimensão emocional encontram-se nossas atitudes quanto às emoções que nos movem. Para saber como você se encontra pergunte-se o que faz com sua raiva, com seu ciúme, com sua paixão, com sua saudade, com seu amor, com sua carência afetiva, com seus impulsos emocionais, bem como com suas reações naturais diante de demonstrações afetivas dos outros. É preciso nos conhecermos emocionalmente, pois são as emoções que influenciam sobremaneira nossa vida diária. A razão e o sentimento não são desempenhados por órgãos específicos do corpo. São atributos do espírito. Muitas vezes ambas as funções se manifestam de forma equivocada. A razão levou homens à guerra, tanto quanto a passionalidade. As duas devem ser utilizadas nas atitudes humanas. O nível de evolução do espírito estabelecerá o valor das ações. Orientar-se pelo racional ou pelo emocional, pelo coração ou pela razão, sempre foram interrogações do ser humano. Estar resolvido nesta dimensão é saber reconhecer as emoções quando elas ocorrem, bem como saber lidar adequadamente com elas, sem escondê-las ou camuflá-las como se não existissem. Emoções reprimidas se transformam em complexos autônomos no inconsciente, possibilitando, muitas vezes, a instalação de obsessões.
A DIMENSÃO PROFISSIONAL
Na dimensão profissional temos que avaliar que escolha fizemos quanto à atividade remunerada e se estamos satisfeitos nela. É da dinâmica social que todos possam contribuir para o bem estar coletivo, e nesse sentido deveremos avaliar qual o nosso grau de contribuição para que nossa ociosidade não pese aos outros, salvo quando estejamos impossibilitados efetivamente de trabalhar. Deveremos verificar se nossa escolha nos preenche intimamente, caso contrário deveremos avaliar a possibilidade de nos dedicarmos, sem prejuízo das conquistas já efetuadas, a outra atividade que possa atender  aos nossos anseios mais íntimos. Às vezes, escolhemos a profissão indicada pela família e nos arrependemos por não encontrarmos a felicidade e satisfação no trabalho. Quando isso ocorrer deveremos analisar a possibilidade de outra escolha profissional. Estar resolvido nesse campo é, além de exercer uma atividade remunerada, exercer a profissão com amor e dedicação, contribuindo para o progresso social.
A DIMENSÃO FINANCEIRA
Na dimensão financeira se encontra a forma como lidamos com dinheiro. Se o temos e o que fazemos com ele, bem como se não o temos como lidamos com sua falta. Deveremos nos perguntar se somos capazes de nos manter sozinhos e se gastamos o que efetivamente podemos. Há pessoas que gastam mais do que conseguem ganhar, vivem se endividando e fazendo malabarismos para se manter na posição social que desejam. São artistas com o dinheiro alheio. Vivem do que não podem ter. O dinheiro em si não traz infelicidade nem tampouco compra a paz, mas pode resolver alguns problemas da vida. Muitos de nós, por não sabermos/podermos/ ganhá-lo ou mesmo por não termos capacidade/condições de tê-lo, preferimos atribuir-lhe “poder demoníaco” estabelecendo que ele nos afasta do encontro com o divino. Na verdade, para conhecer-nos é preciso aprender a lidar com as circunstâncias positivas tanto quanto as negativas, e, no que diz respeito ao dinheiro, é preciso passar pela sua falta e pela sua posse. Estar resolvido nessa dimensão é ser capaz de bem administrar os recursos financeiros que a Vida lhe ofereceu bem como aqueles que você foi capaz de adquirir. Muitas vezes, o melhor que podemos fazer com os talentos que possuímos é bem empregá-los a serviço do progresso social.
A DIMENSÃO ARTÍSTICA
Na dimensão artística situamos tudo que nos leva à arte em geral. Ter sensibilidade artística, em qualquer de seus campos, faz parte do progresso do espírito. A pessoas que não cultivam a arte, incluindo a música, a poesia, a pintura, o teatro, o cinema, a dança, a escultura, o canto, o artesanato, bem como outras manifestações culturais em torno da estética e do belo, deixam de sentir a natureza de forma mais próxima de Deus/Fonte. A vida deve ter um mínimo de musicalidade, isto é, de arte que eleve a alma. Fazer uma poesia, aprender a tocar um instrumento musical, assistir ao teatro, ir ao cinema, admirar uma obra de arte em geral, são atitudes de quem deseja penetrar no universo estético da alma. Estar resolvido nesta dimensão é ter a sensibilidade mínima para perceber, na natureza, o quanto a arte se manifesta em abundância, bem como, respeitar a capacidade artística daqueles que se utilizam dessa forma de comunicação para expressar as maravilhas de Deus/Fonte. Todos  somos capazes de revelar nossos dons artísticos, basta que nos disponhamos a esse mister.
A DIMENSÃO CRIATIVA
Na dimensão criativa incluímos nossa capacidade de estabelecer uma identidade pessoal naquilo que fazemos. Criar, no nível humano, significa imprimir sua forma singular de fazer e sentir as coisas da Vida. Todos podemos encontrar formas pessoais de fazer as coisas sem exagerar pelo desejo exclusivo de ser apenas diferente dos outros. Criar algo significa buscar o melhor que possa ser feito. É também saber encontrar as saídas para os complexos problemas da vida de uma maneira própria. É usar a criatividade em todas as situações da vida. Dentro da dimensão criativa deve-se buscar desenvolver a intuição como ferramenta poderosa, não só na solução de conflitos como também no próprio crescimento espiritual. Estar resolvido nesta dimensão é buscar cada vez mais estabelecer conexão profunda com sua essência divina interna, que promove o encanto da Vida.
A DIMENSÃO PSICOLÓGICA
Na dimensão psicológica incluímos a forma como lidamos com nossos processos psíquicos, com nossos medos, frustrações, projeções, complexos e tudo que diga respeito à nossa forma de perceber o mundo interno e externo. Devemos nos perguntar se já conseguimos eliminar os medos infantis ou se ainda os conservamos latentes. Devemos também perceber se ainda alimentamos sonhos que não são mais possíveis ser realizados, tornando-se frustrações que nos impedem de prosseguir e olhar o futuro de forma mais realista. Devemos verificar se ainda projetamos nos outros os defeitos e qualidades que nos pertencem, impedindo uma visão real da personalidade das pessoas; se abrigamos, consciente ou inconscientemente, complexos de inferioridade ou superioridade, de culpa,  materno ou paterno, que ainda controlam nossas atitudes perante a Vida sem nos darmos conta. É nessa dimensão que devemos verificar como anda nossa “cabeça” e como conseguimos entender nossa vida mental. Ser resolvido nessa dimensão é estar sempre com a consciência tranqüila, fazendo constantes introspecções e auto-análises, ficando de bem com a Vida, disposto a enfrentar os desafios e dificuldades inerentes ao viver. Na dimensão religiosa deveremos verificar como anda nossa relação com a caridade, de que forma exteriorizamos nossa fé e como lidamos com o sagrado e com Deus/Fonte. De que modo estabelecemos relação com as forças superiores da Natureza. Deveremos verificar se ainda nos submetemos à fé cega que se apóia em dogmas arcaicos ou se buscamos uma relação que nos leve à percepção da existência da divindade em nós próprios. Nesta dimensão é que buscamos, pela caridade, estabelecer um contato com o deus existente no próximo. Deveremos também avaliar se temos uma fé autêntica, sem os preconceitos e medos característicos do religiosismo tradicional, ou se ainda nos relacionamos com Deus/Fonte como nos foi ensinado culturalmente. Estar resolvido nesta dimensão é conseguir viver sua própria religiosidade respeitando a alheia, buscando através da oração sincera um contato mais íntimo com a Fonte, confiar na providência divina e buscar colaborar com Ele para Sua obra, deixando de ser um eterno pedinte. Na dimensão espiritual deveremos avaliar nosso grau de intimidade com nossa essência espiritual, verdadeira natureza da criatura humana. Nessa dimensão é que colocamos em prática nossos potenciais, oriundos do espírito que somos. Nela é que estamos em contato com outros espíritos, portanto é onde nos comunicamos 38 mediunicamente. Deveremos também perceber se utilizamos práticas meditativas em nossa vida cotidiana, se somos afeitos à autopercepção, à identificação de nossa singularidade. Estar resolvido nesta dimensão é não mais fazer distinção entre seus objetivos materiais e seus objetivos espirituais, isto é, perceber-se espírito enquanto no corpo físico, vendo a Vida como única e eterna.
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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG
A auto-análise diária pode auxiliar na percepção de nosso comportamento nas diversas dimensões. Rever, após cada dia, os fatos importantes que nos absorvem e como reagimos a eles, amplia aquela percepção e permite o conhecimento de quais dimensões priorizamos ou negligenciamos em nossa conduta. A realização total de todas essas dimensões deve ser cultivada como ideal de vida, estímulo permanente de crescimento, sem gerar ansiedades decorrentes do imediatismo em querer evoluir instantaneamente. Estar harmonizado em cada uma dessas dimensões também pode significar a coragem de enxergar-se em toda a sua singularidade e ser paciente com seu próprio ritmo de desenvolvimento espiritual.
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Bibliografia para consulta
1-O despertar de uma nova consciência
Eckhart Tolle
2-Momento de despertar
Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Um Curso em Milagres
Foundation for de Inner Peace
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Ascenção Cósmica
James Tyberonn
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-Modern Physics and Vedanta
 Swami Jitatmananda
10-Vedanta Monthly
 Vedanta Center
11-Manuscritos -acervo pessoal
12-Vedanta Advaita
Sesha
13- Passo á Passo-A Jornada do Autoconhecimento
Carlos A. Bacelli
14-Autoconhecimento-A chave da Mudança
Carlos Roberto da Silva Junior
15-Karma e Dharma
 De Rose
16-As 3 Jóias-Buddha,Dharma e Sangha
 Tartang Tulku
17-Ensinamentos que vem do coração
 Tartang Tulku
Divulgação: A Luz é Invencível
Fonte: https://portal2013br.wordpress.com/2016/04/10/chaves-para-o-autoconhecimento-e-a-cura-auto-analise-desenvolvimento-pessoal-e-dimensoes-da-vida/