quinta-feira, fevereiro 26, 2015

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10 Minute Guided Quiet Mind Meditation | ASMR

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Os pensamentos negativos estão arruinando a sua vida? Saiba o que fazer

Inevitavelmente quando passamos por acontecimentos que classificamos como negativos, é natural que paralelamente também sejamos invadidos por pensamentos negativos, pelo menos por um curto período. No entanto, ainda que o abalo, perda ou incómodo da situação seja real, muitas das vezes o sofrimento emocional está muito mais relacionado como a pessoa pensa acerca do que lhe aconteceu, do que propriamente com a natureza do acontecimento. Alguns estudos como os realizados na University of Liverpool que relacionam o risco de problemas psicológicos com acontecimentos de vida, indicam-nos que não é exatamente o que acontece conosco que mais importa, mas a forma como pensamos sobre isso que influencia o nosso bem-estar psicológico.

Pensamentos negativos e ruminação arruinam a vida

É um fato, que a predisposição genética de uma pessoa e as suas circunstâncias de vida e acontecimentos, contribuem em grande parte para os problemas psicológicos (como os transtornos de ansiedade e depressão) ou sofrimento emocional. No entanto, a forma como a pessoa pensa sobre os acontecimentos e a forma como lida com isso é igualmente um indicador do nível de ansiedade e stress que sente. Em muitos dos artigos que escrevo, afirmo que a autorreflexão e autoconsciência jogam um papel importante para uma vida satisfatória e feliz. Reforço isso, dizendo que a autorreflexão importa estar orientada sempre de forma construtiva, compassiva e assertiva. Se este processo não estiver assegurado, a autorreflexão pode encaminhar-se para a sua versão prejudicial, que é a ruminação.
Quando perante determinados acontecimentos de natureza dolorosa ou angustiante, a pessoa começa a ruminar demasiado, acionando a autocrítica negativa, e consequentemente entrando numa cascata de pensamentos negativos, fica à mercê de um raciocino incapacitante que pode piorar ainda mais a situação em que se encontra. A voz interior crítica funciona como a voz de um inimigo. É um diálogo interno autocrítico que impulsiona a ruminação, autoculpa e auto-aversão. É um diálogo interno autocrítico que materializa os pensamentos negativos. Que coloca em dúvida as capacidades e habilidades da pessoa, que envergonha, que bota abaixo, que amedronta, e incentiva a comportamentos desviantes e destrutivos. Esses pensamentos negativos que chegam à pessoa através da voz silenciosa podem encorajar à desistência dos objetivos e sonhos. A voz crítica subjuga, mantendo a pessoa aparentemente segura dentro de uma concha miserável, ainda que familiar.
Cada um de nós possui essa voz, de uma forma ou de outra. Talvez a sua possa ser mais focada na sua carreira. “Não vás atrás de promoções, aceita onde estás, nunca serás capaz de chegar mais longe.” Talvez essa voz fale sobre a sua vida amorosa. “Não te preocupes com o namoro. É inútil. Ninguém irá amar-te. Estás condenado a ficar sozinho.” Quando os pensamentos negativos entram num processo de ruminação, a voz autocrítica vai endurecendo e enraizando-se, construindo uma forma negativa de olhar a você mesmo e ao mundo. Como resultado, você trava uma batalha entre os momentos em que gostaria de ver-se livre da sua negatividade e os momentos em que é dominado pela descrença dos seus pensamentos negativos. O seu verdadeiro eu luta (ingloriamente) contra a sua voz interior crítica.
A boa notícia é que você pode sair vencedor desta suposta luta. Digo suposta luta, porque quando você aprender algumas estratégias para lidar com os seus pensamentos negativos e diálogo interno crítico, irá perceber que na verdade não necessita lutar. Precisa apenas aceitar e reorientar a sua atenção e esforços para criar pensamentos positivos. Você pode não conseguir mudar o que lhe aconteceu ou as suas experiências de vida, mas é possível ajudar a si mesmo a mudar a sua maneira de pensar e aprender estratégias construtivas de enfrentamento que podem reduzir os níveis de stress e mal-estar.
pensamento negativo

Tolerância Zero

Você pode iniciar este processo através da adoção de uma política de tolerância zero para as suas “vozes críticas” ou pensamentos autodestrutivos. O que acontece, é que o padrão de pensamento negativo que suporta a voz crítica, na grande maioria das vezes, foi sendo profundamente enraizado desde a infância. Se você se identifica com este processo, certamente sente dificuldade em distinguir as vozes interiores críticas das suas observações reais ou senso de si mesmo. A “voz” pode ser enganosa e afetar o seu humor de maneiras que parecem sutis. Os pensamentos negativos conjuntamente com o seu diálogo interno crítico podem tornar-se castradores. Por exemplo, se você é uma pessoa tímida, pode lembrá-lo: “Não vás à festa, só te irás sentir estranho e deslocado“. Muitas vezes, ouvimos estes pensamentos negativos sem realmente estarmos conscientes de que estamos a tê-los.
Assim, o primeiro passo para enfraquecer e extinguir a sua voz crítica interior, é reconhecer quando ela se manifesta. Quando você começa a atacar a si mesmo? O que desencadeia? Faz com que você evite tomar ações? Trata-se de ir a um evento social? Falar em uma reunião? Combinar um encontro com alguém? Assim que você comece a tomar consciência dos cenários que desencadeiam a negatividade e as vozes que a suportam, você pode identificar padrões nos seus pensamentos e tornar-se mais consciente deles. Você pode realmente reconhecer quando está atacando ou prejudicando a si mesmo, ficando assim melhor equipado para resistir e não dar “ouvidos” a esses pensamentos negativos.
O segundo passo é o mais simples, mas pode ser o mais desafiador. Assim que você perceber que uma voz começa a ecoar na sua mente, pare com isso! Pare com essa maneira de pensar. Tenha tolerância zero com qualquer coisa que esse inimigo interno lhe está dizendo. Por exemplo, uma estratégia no tratamento de transtorno obsessivo-compulsivo envolve a pessoa dizer a si mesmo que o cérebro está enviando mensagens enganosas para ela. Seguindo este exemplo, quando você começar a repetir um pensamento negativo pode lembrar-se, “Não sou eu, é a minha voz crítica. Esses pensamentos não são a minha consciência a orientar-me, eles são a minha voz interna construída no passado, tentando orientar-me para afastar-me dos meus interesses e objetivos
A voz crítica interna pode desenvolver-se de muitas formas, um exemplo disso é quando alguém começa a olhar-se ao espelho e procura algo que não lhe agrada. Olhando fixamente no espelho, começa a catalogar pequenas imperfeições na sua aparência. Começa a ter pensamentos como “Meus braços são muito magros” ou “Ugh, eu odeio as minhas coxas.” Muito em breve, os pensamentos escalam para. “És tão feio. Não trabalhas o suficiente. Nunca te irão achar atraente. És mesmo nojento!” Com esta crítica enraizada a pessoa tem tendência para diminuir o seu humor, deixar de cuidar-se, de socializar, e passa a sentir-se deprimida e desmoralizada. Como resultado a pessoa sente-se menos confiante consigo mesmo e na sua vida em geral.

Cuidado com a voz crítica “amistosa”

Esta é a razão pela qual você precisa implementar a política de tolerância zero ao primeiro sinal de que a sua negatividade e a sua voz critica interna ficaram ao volante das suas ações.  Não se lamente sobre o seu estado de negatividade ou sobre os seus pensamentos negativos. Não há nada para refletir sobre, nenhuma declaração a considerar, do ponto de vista de poderem ser válidos. Tudo isso é apenas a ruminação em ação. Uma ruminação enraizada num padrão mental de negatividade. Nada tem a ver com o seu momento atual. Desconfie dos pensamentos de evitamento que soam amigáveis ou sedutores. “Está tudo bem, é melhor ficares sozinho. Não precisas de ninguém.” Tenha cuidado com as vozes que soam paranóicas em relação aos outros e aos benefícios do isolamento. “Ninguém vê o teu potencial. Eles não gostam de ti. Eles apenas têm ciúmes de ti.
Embora esses processos de pensamento possam parecer simpáticos ou até mesmo de cortesia, eles fazem com que você se sinta vazio e muitas vezes indo na direção oposta dos seus objetivos. Além disso, uma vez que você tome ações sobre esses pensamentos que identificou como prejudiciais, o seu velho mecanismo de negatividade irá criar mais pensamentos críticos para se certificar que ganha essa batalha. “Aí estás tu de novo, sempre sozinho. És um perdedor.
Quando você se encontrar a cismar, e perceba que os seus pensamentos se tornaram negativos, importa parar de ruminar neles, não seguir as suas indicações e tomar medidas suportadas pela positividade. Ao aplicar a tolerância zero você está impedindo que essas vozes influenciem as suas ações. Se elas estão dizendo para você ficar sozinho, convide um amigo para café. Se elas estão repreendendo o seu sucesso profissional, solicite uma promoção. Tome ações que possam ir ao encontro daquilo que você pretende e não daquilo que você teme. Oriente os seus pensamentos pela sua consciência, ao invés de ser pelos seus pensamentos negativos.

Mantenha-se firme nas ações positivas

Chamo a atenção, que no inicio, quando você começar a praticar a tolerância zero com os seus pensamentos negativos e voz crítica, a sua negatividade vai reagir em força, criando ainda mais pensamentos negativos. Não se deixe abater com isso, pois será temporário. Quanto mais tempo você perseverar nas suas ações, e deixar de seguir os caminhos da negatividade, os seus pensamentos negativos irão enfraquecer. É difícil de atacar a si mesmo por ser preguiçoso quando você se exercita regularmente, ou prejudicar os seus objetivos quando você os está perseguindo ativamente. Esta é a forma de você vencer sobre os seus pensamentos negativos: Agir, e os resultados das suas ações irão confrontar positivamente os seus pensamentos negativos.
Ao iniciar a tolerância zero, você está a expulsar da sua cabeça o seu “companheiro de quarto detestável”. A maneira de fazer isso é tornar-se consciente e não seguir os pensamentos negativos, cultivando a autocompaixão e não agir de acordo com as diretrizes da sua voz crítica, não permitindo que esse inimigo interno controle a sua vida.

http://www.escolapsicologia.com/os-pensamentos-negativos-estao-arruinando-a-sua-vida-saiba-o-que-fazer/

sábado, fevereiro 21, 2015

Take a chance, make a difference, and do not allow fear and doubt to hold you back.


The temptation to hold on too tightly to things we need to let go of can be overwhelming. A bad relationship, trouble at work, money problems,or a general dissatisfaction with our stations in life are common things that keep us up at night. Most of the things we worry about the most are things we cannot change, and yet, we let them wreak havoc on our health and well-being. Teaching ourselves to let go of unnecessary worry is the only way to live a healthy and fulfilling life.
Focus on what can be changed.
The best way to come up with a solution to a problem is to meditate on possible solutions. But what if your problem cannot be solved? We cannot change anything but ourselves, so everything else is not worth the energy it takes to worry about it. Look at every situation that worries you and ask, what can I change about myself to make this situation better? if there is nothing more you can do, you must trust that it will work out for the best and that you did everything you could. Focusing your valuable time and energy on improving your habits and outlook will yield much better results than any other pursuit.
Take a chance.
Humanity's entire history has led to the amazing masterpiece that is you. You are capable of wondrous things that will shock and inspire not only yourself, but those around you. You will never know what you can do, however, unless you let go of fear and take a chance. Pushing yourself outside your comfort zone will make you confident and will build to a collection of skills and experiences that are uniquely yours. Let go and talk to new people , go somewhere different, or try a new hobby,and you will be free of the limits you think you have.
Make a difference in the world.
The deepest peace in our hearts and most important legacies we leave are all results of the differences we have made in the lives of others. Creating something that leaves the world  a better place than when we found it banishes the fears and doubts that hold us back. Let go and do what you can to make a connection with someone else and your life will have purpose and meaning. Every day is a new chance to do something that makes a difference.
Happiness comes easiest to those who aren't looking for it. If you cannot let go of the things you can't control, they will only control you. Take a chance, make a difference, and do not allow fear and doubt to hold you back.
Karina Loureiro.  

sábado, fevereiro 14, 2015

The Benefits of Ayurveda Self-Massage “Abhyanga”

by: Sandhiya Ramaswamy

There is no greater expression of self-love than lovingly anointing ourselves from head to toe with warm oil—this practice is called Abyanga. The Sanskrit word Sneha can be translated as both “oil” and “love.” It is believed that the effects of Abhyanga are similar to those received when one is saturated with love. Like the experience of being loved, Abhyanga can give a deep feeling of stability and warmth.
A daily Abyanga practice restores the balance of the doshas and enhances well-being and longevity. Regular Abyanga is especially grounding and relaxing for Vata dosha imbalances, but everyone can benefit from this practice.
“The body of one who uses oil massage regularly does not become affected much even if subjected to accidental injuries, or strenuous work. By using oil massage daily, a person is endowed with pleasant touch, trimmed body parts and becomes strong, charming and least affected by old age”
Charaka Samhita Vol. 1, V: 88-89
(One of the Great ancient texts of Ayurveda)

Benefits of Abhyanga

1.       Nourishes the entire body—decreases the effects of aging
2.       Imparts muscle tone and vigor to the dhatus (tissues) of the body
3.       Imparts a firmness to the limbs
4.       Lubricates the joints
5.       Increases circulation
6.       Stimulates the internal organs of the body
7.       Assists in elimination of impurities from the body
8.       Moves the lymph, aiding in detoxification
9.       Increases stamina
10.   Calms the nerves
11.   Benefits sleep—better, deeper sleep
12.   Enhances vision
13.   Makes hair (scalp) grow luxuriantly, thick, soft and glossy
14.   Softens and smoothens skin; wrinkles are reduced and disappear
15.   Pacifies Vata and Pitta and stimulates Kapha—to learn more about Doshas.

Abhyanga Routine and Oils

Massage your body with love and patience for 15-20 minutes. Here are the recommendations for frequency and oil type, based on the doshas:
·         Vata Dosha: 4-5 times a week using sesame, almond, or a Vata-balancing oil, such as the Relaxing Abhy Oil
·         Pitta Dosha: 3-4 times a week using a coconut, sunflower, or a Pitta-balancing oil, such as the Soothing Abhy Oil.
·         Kapha Dosha: 1-2 times a week using safflower or a Kapha-balancing oil, such as the Invigorating Abhy Oil.
·         Good for all Three Doshas: Jojoba oil

Steps to Follow for Self-Massage:

·         Warm the oil (pour approximately ¼ cup into a mug and warm using a coffee-cup warmer.) Test the temperature by putting a drop on your inner wrist, oil should be comfortably warm and not hot
·         Sit or stand comfortably in a warm room
·         Apply oil first to the crown of your head (adhipati marma) and work slowly out from there in circular strokes—spend a couple of minutes massaging your entire scalp (home to many other important marma points—points of concentrated vital energy)
·         Face: Massage in circular motion on your forehead, temples, cheeks, and jaws (always moving in a upward movement). Be sure to massage your ears, especially your ear-lobes—home to essential marma points and nerve endings
·         Use long strokes on the limbs (arms and legs) and circular strokes on the joints (elbows and knees). Always massage toward the direction of your heart
·         Massage the abdomen and chest in broad, clockwise, circular motions. On the abdomen, follow the path of the large intestine; moving up on the right side of the abdomen, then across, then down on the left side
·         Finish the massage by spending at least a couple of minutes massaging your feet. Feet are a very important part of the body with the nerve endings of essential organs and vital marma points
·         Sit with the oil for 5-15 minutes if possible so that the oil can absorb and penetrate into the deeper layers of the body
·         Enjoy a warm bath or shower. You can use a mild soap on the “strategic” areas, avoid vigorously soaping and rubbing the body
·         When you get out of the bath, towel dry gently. Blot the towel on your body instead of rubbing vigorously
Enjoy the feeling of having nourished your body, mind, and spirit and carry that with you throughout your day.

Step-by-Step Instruction for Self Massage

Watch this three-minute video for a breakdown of the steps involved with Abhyanga massage.



terça-feira, fevereiro 10, 2015

Sobre a Raiva (e outros sentimentos negativos)

Categoria: Comportamento
Sobre a Raiva (e outros sentimentos negativos)
Esta semana fui a uma palestra budista sobre Como identificar e combater nossa raiva, na UERJ e aprendi muito com as sábias palavras do monge Kelsang Drime, da Nova Tradição Kadampa.
Segundo o monge, a raiva atua em nossa mente como uma lente de aumento, piorando os aspectos negativos de uma situação que nem sempre é como pensamos. Perdemos o controle, a razão e com isso podemos colocar em risco pessoas, empregos e relacionamentos. Ficamos cegos, perdemos a capacidade de pensar racionalmente sobre o problema, e com isso acabamos tomando decisões estúpidas das quais provavelmente nos arrependeremos depois.
Mas como lidar com um sentimento que surge do nada, de forma impulsiva e que nos tira da razão? Será que é possível passar por alguma situação complicada e não sentirmos raiva, ou até mesmo ódio?
Observar como a raiva surge é o primeiro passo. Na maioria das vezes, nossa própria mente começa a distorcer a realidade exacerbando seu aspecto negativo e ignorando o positivo. Passamos a enxergar com uma lente negativa e a criar nossa própria narrativa sobre o outro, que na maioria das vezes não passa de fantasia. Claro, há situações que não ocorrem desta maneira, mas quando o outro nos causa aflição, raiva e desprezo, na verdade, nós somos os responsáveis por deixarmos que o sentimento se instale em nossas mentes.
Quem nunca ficou com raiva do transporte público cheio, da fila do banco, do atendente lento ou de um simples bom dia de um colega naquela manhã que acordamos de mal-humor? Será que a culpa é dos outros? Será que o motorista que demorou para sair com o carro assim que o sinal ficou verde merece nossa raiva? Novamente, a responsabilidade pelo que sentimos não é dos outros. É nossa.
Somos nós que nos permitimos sentir raiva. Somos nós que permitimos que a raiva dos outros nos afete. Foi criticado e achou uma injustiça? Pra que rebater de forma descontrolada? Silencie a mente, respire fundo e tente esclarecer. Além disso, o que o outro pensa sobre nós – de forma infundada – não nos diz respeito. Não devemos nos preocupar com o que o outro pensa. Não somos responsáveis pela opinião dos outros, apenas pelas nossas. Jamais deixe que o outro te desequilibre. Mantenha-se no caminho sereno e racional, refletindo se todos os motivos que o fez sentir raiva realmente são relevantes a ponto de causar mal-estar.
Muitos podem dizer que a teoria é linda, mas que a prática não é tão fácil. No entanto, no momento em que conseguimos observar as pequenas sensações desagradáveis que surgem ao longo do nosso dia e a eliminamos no início, evitamos que vire uma bola de neve. Pequenos focos de incêndio podem ser apagados assim que surgem, basta não aceitarmos tal sentimento que, aos poucos, conseguiremos lidar com outros mais complicados. É certo que nem tudo é relevável, mas se eliminarmos as pequenas aflições diárias, aprenderemos cada vez mais a lidarmos com situações mais desagradáveis.
É um desafio a ser aplicado no dia-a-dia. Agora, só nos resta observar quando o foco se inicia, para deixarmos a sensação desagradável ir embora da mesma forma que chegou. Afinal, podemos escolher absorver tal sentimento e passar o resto do dia remoendo com rancor ou simplesmente desapegarmos e continuarmos de forma leve em nosso caminho.
OBS.: Falei um pouco mais sobre a palestra no meu blog pessoal 
.

sábado, fevereiro 07, 2015

How to clear energies in hotel rooms when travelling

Como transcender o conceito de dualidade


post-10-12-1Quando nós aceitamos o modo dualista de pensar: negativo/positivo, bom/mau, maldoso/amoroso, nós fixamos nossa consciência na 3ª dimensão, o que nos impede de ver com a nossa mente mais elevada uma situação, pessoa ou sentimento, não podemos transcender o conceito de dualidade enquanto estivermos vivendo em um estado de não consciência, a falta de consciência só existe naqueles que não conseguem reconhecer as sombras interiores projetadas para fora.
Vivemos em um mundo onde o ódio é evocado por aqueles que têm os meios e a possibilidade de lucrar com isso, no entanto, como um coletivo nós nos tornamos complacentes na tentativa de compreender o mundo que nos rodeia, muitas vezes esquecemos de nos perguntar para que servem os aspectos “escuros”.
post-10-12-2Muitos tiveram encontros com seus próprios elementos “escuros” e perceberam que não só o que chamamos de “escuridão” é necessário, como é vital para os nossos caminhos de alma e aprofundamento do Eu, as lições mais duras servem para moldar o nosso ser interior, a fundação, o próprio núcleo que compõe a nossa essência de diamante lapidado, brilhamos como seres de luz se não nos deixarmos dominar pelos elementos escuros, então, como um coletivo podemos começar a transcender o conceito de dualidade em nosso mundo ?
A mudança sempre começa em casa, a fim de mudar o mundo à nossa volta temos que começar por nós mesmos, é essencial que cada um de nós assuma a responsabilidade por nossas próprias tribulações e pare de projetar tons de tendências egoístas para os outros como acusação, julgamento, raiva, intriga, culpa e manipulação, o que nós fazemos com isto é alimentar os elementos mais escuros dentro do nosso ego, que devem ser abordados a partir do nosso interior.
Conforme nossas percepções se desenvolvem a dualidade começa a perder seu domínio sobre nós e começamos a ver os eventos que fizeram parte do caminho de nossa vida de uma forma diferente, ao olhar para trás a partir de um nível superior de consciência sobre os acontecimentos que esculpiram o nosso caminho ao longo da vida: as lições emocionais, as lições de amor, os cenários que uma vez rotulamos como “negativo” ou “traumático” agora podem ser encarados objetivamente, sem apego emocional e sem o EGOnublando as nossas perspectivas, pode ser um evento de transformação do nosso mundo no momento em que recebermos uma revelação “AHA”, nossas perspectivas e convicções sobre os outros muitas vezes desmoronam ao nosso redor nestes momentos.

Se Desconectando da Dualidade: Passos para o Domínio Interior

Contemplação e Registro Diário
Um dos primeiros passos para transcender a dualidade, é ser extremamente honesto com você mesmo sobre onde você está mantendo julgamentos sobre os outros e assim, indiretamente, sobre você mesmo, quem você julga como “errado” ou “ruim” ou “escuro” ? “Quem você tenta controlar e impor a sua vontade, onde em sua vida você manipula outro ser a fim de ‘ganhar’ ” ?
post-10-12-3Ser mais consciente dos nossos pensamentos momento a momento é uma fase essencial do trabalho interior se quisermos manter a clareza de espírito, em uma fração de segundo nossas energias podem mergulhar para baixo pensando na densidade da 3ª dimensão, onde podemos encontrar-nos em ressonância com os mais baixos pensamentos e ações,quando estamos em ressonância com a frequência do amor o julgamento não existe, ninguém está abaixo da nossa bondade.
O processo de auto sondagem aprofunda significativamente a nossa compreensão da dualidade, quando nos questionamos e recebemos orientação, nós nos entendemos em um sentido mais profundo, a compreensão de nós mesmos leva inevitavelmente à progressão natural da compreensão dos outros e do mundo que nos rodeia, mensagens muitas vezes vêm arremessadas para fora do éter nos dias ou semanas iminentes, isto é conhecido como “verificação com o Eu Superior”, ou “Contemplação de Meditação” segundo muitos videntes e curandeiros, consequentemente, esta etapa sintoniza nossa percepção de nós mesmos fortalecendo nossa voz interior e intuição, ao questionar os nossos próprios motivos e comportamentos que estão em vigor, convidamos as energias de transformação e mudança, bem como fazemos os acenos de reconhecimento aos nossos colaboradores do reino espiritual que estão todos muito conscientes do nosso desenvolvimento e onde estamos em termos de nossos planos de vida, agora estamos receptivos a verdades sobre o nosso desenvolvimento e onde ainda temos de alcançar um crescimento, um diário dedicado ou livro de anotações pode ser fundamental para isso, mesmo que por vezes fiquemos com preguiça, muitas mensagens entram por aquelas que recebemos e que só podem fazer sentido mais tarde, normalmente esses momentos “Aha” chegam enquanto nós estamos no próprio ato de ler sobre as entradas antigas da nossa jornada.
A parte difícil é na maioria das vezes é fazer as perguntas certas para que possamos saber ao que a resposta se refere no momento em que nos é fornecida, se não temos uma pergunta para enquadrar a resposta pode ser difícil saber qual é a mensagem, a consciência novamente desempenha um papel enorme na nossa percepção das respostas, se estamos colados à TV como um exemplo e algo acontece que é uma resposta às nossas ponderações, podemos perder o sentido da mensagem por completo.

Meditação

post-10-12-4O segundo aspecto crucial para uma maior iluminação do nosso interior é a meditação, a meditação ajuda a limpar os ciclos de pensamento vibracionais desnecessários e baixos nos tornando mais receptivos aos nossos guias e aos reinos espirituais, este é o estado perfeito para receber orientação e clareza do nosso EU superior, existem alguns métodos amplamente utilizados para receber respostas na meditação, um deles é o de definir a sua intenção com antecedência, deixe o seu guia, ou seu EU superior mais confortável que é que está dirigindo você e com eles sabendo a sua intenção para a meditação, o que você deseja alcançar.
Pense sobre suas perguntas com antecedência, uma vez que você está no estado meditativo e relaxado mentalmente ou em voz alta comece a fazer suas perguntas e permita que sua mente deixe ir a necessidade de formular uma resposta para si mesmo, permita que a sua respiração se torne o foco de sua atenção, pois isso vai centra-lo.
Alguns Exemplos de Perguntas São:
·  Qual é a causa da minha raiva ?
·  Mostre-me o que eu mais preciso ver, ouvir, sentir ou saber sobre mim agora.
·  Que crenças limitantes sobre os outros eu estou segurando ?
·  Como essas crenças estão relacionadas com a minha situação atual ?
·  Por que eu sou incapaz de controlar minhas emoções quando estou próximo de……?
·  Mostre-me qualquer energia que reside no meu interior.
As respostas recebidas podem ser inesperadas, até mesmo chocantes e virão através de uma variedade de maneiras, algumas mensagens podem ser visuais e coloridas, outras através de palavras e sons ou através de cheiros ou de conhecimento, a maioria das pessoas, no entanto, utiliza uma combinação de algumas ou de todos os sentidos intuitivos para receber a informação.
Ao seguir este método de auto deliberação por um tempo, logo ele se torna uma segunda natureza, à medida que subimos na vibração do pensamento, nós renovamos anos e anos de comunicações simples vias neurais de 3ª dimensão codificadas, quando esta auto sondagem tornar-se um instinto habitual, você vai saber que estará na fase em que você está existindo principalmente através do EU superior e não mais através do EGO da mente.

Lembrando-se da Lei da Atração e Ressonância de Energias

post-10-12-5O ponto crucial da questão, quando levamos energias ressonantes em conta não podemos jogar a vítima em qualquer cenário na vida, existe uma maneira de usar a Lei da Atração para nos ajudar ao invés de nos atrapalhar e uma grande parte disto é reconhecer os nossos pensamentos e projeções quando ficamos cara a cara com eles, manifestamos o que precisamos para evoluir em nossa existência, o que nós escolhemos ver com isso, ascensão ou afundar está firmemente dentro de nossas próprias mãos, dito isto no entanto, às vezes pode ser difícil reconhecer uma lição espelho, elas fundamentalmente envolvem alguém ou algo que nos provoca de tal forma que viaja profundamente com os aspectos mais extremos do nosso caráter, esse tipo de mentalidade nublada erradica completamente a nossa objetividade, as pessoas projetam suas próprias fraquezas de caráter nos outros, embora não reconheçam em si mesmo ou semelhante ressonância de comportamento em si mesmos.
O principal benefício de transcender a dualidade é que você já não se relaciona com o dedo que aponta, com o julgamento ou a rotulagem de qualquer tipo, agora você entende que cada alma tem as suas lições, seu nível de consciência e seu próprio caminho para o crescimento, isso resulta em uma dissolução da frustração com os outros ou eventos externos, a vida é menos estressante, você para de tentar controlar tudo e qualquer coisa que você não gosta, você tem uma compreensão maior das propriedades curativas do reino das sombra, você fica mais hábil em lidar com situações emocionalmente carregadas que antes você teria rosnando de raiva ! Quando você pode responder a uma pessoa ou evento em forma objetiva, imparcial e sem emoção, você sabe que atingiu um ponto crucial em seu desenvolvimento do Eu, o desafio será a manutenção de sua nova vibração.
“Porque exatamente você está aqui ?”
“Veja com os olhos limpos de ódio.”
~ Princesa Mononoke, Filme
©Nadine Grant