sexta-feira, janeiro 28, 2011

PARADIGMA OU OUTRO ÂNGULO

Mudança. Eu falo sempre em mudança. Mudança de caminho, mudança de vida. Mudança de estruturas e mudança de vista. Quanto mais mudas, mais o teu olhar se vai abrindo para o infinito, para as novas dimensões. Nós, cá em cima, não estamos particularmente preocupados com a mudança aí de baixo. A mudança só na matéria.

Podes mudar de mulher, mudar de marido, mudar de emprego e até mudar de país. Mas isso de nada te adiantará se não te mudares a ti próprio como pessoa. Há gente que muda na matéria a vida toda, e permanece a mesma pessoa durante todo esse tempo. O que não adiantou nada a nível de evolução.

Agora imagina uma pessoa que permanece na mesma casa 30, 40 anos, e no mesmo emprego e no mesmo casamento, o mesmo número de anos, mas que consegue não ser igual todos os dias, que consegue reinventar-se. Consegue
vivenciar cada detalhe da vida aí em baixo. Essa pessoa aparentemente não mudou nada. Mas isso não é verdade para nós cá em cima.

Para nós só interessa o «dentro». O «dentro» de vocês. Por isso, antes de pensares em grandes mudanças na matéria que podem tornar-se catastróficas, pensa apenas em mudar de paradigma. Mudar de ângulo de visão, e olhar as velhas e pesadas coisas como inspiração para ir mais além, mais aberto e mais livre.

Olha para ti. Vê como estás nas coisas. Como as vês. Pensa em olhar para elas daqui do alto. De um ângulo mais puro, mais ancestral. Vais sentir entrar dentro de ti a gratidão dos habitantes do céu. Essa gratidão que sentimos de cada vez que um de vocês abre a sua inspiração à luz, é comummente chamada de Amor Incondicional. Sente esse amor. Sente. Olha para todos os teus problemas pelo parâmetro desse amor. E não precisas de mudar nada, a vida muda por ti.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde
de Alexandra Solnado

sábado, janeiro 22, 2011

ATITUDES QUE DRENAM ENERGIAS

ATITUDES QUE DRENAM ENERGIAS
(Desconheço o Autor)


1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

Fonte: Grupo Yahoo xamanismo

quinta-feira, janeiro 13, 2011

terça-feira, janeiro 11, 2011

sábado, janeiro 08, 2011

HÁBITOS

Nossa vida é feita de hábitos a partir do minuto em que acordamos e
passamos para a nossa rotina matinal, ao final do dia e aos rituais da nossa noite. Eles podem simplificar nossa vida, colocando em rotina, acções que se repetem regularmente no piloto automático então não tem que prestar atenção especial a eles para que possamos ter multi-tarefas. Há bons hábitos, então não são os hábitos que você considera ruins que você quer mudar. Você tem um hábito que você realmente gostaria de parar de uma vez por todas? Talvez você já tenha tentado várias vezes, mas ele ainda persiste. Pode ser, que você tenha deixado algo. Há várias coisas que você realmente precisa entender para realmente sair e fazer isso parar.
1) Primeiro de tudo, os hábitos são inconscientes. São acções que temos realizado tantas vezes que eles se tornam automáticos e não requerem pensamento consciente e é isso que os torna tão difíceis de parar. A fim de parar seu hábito e fazer isso durar, é muito importante mesmo torná-lo consciente. Você tem que colocá-lo em sua consciência e ter consciência dele não apenas quando você está praticando-o , mas como você está fazendo isso. Tornar-se consciente de cada detalhe transfere muito a energia.

2) Não deixe um buraco vazio. Há uma razão pela qual o seu subconsciente quer continuar o hábito e isso é porque há alguma recompensa envolvida. O que você está recebendo por continuar com o hábito? Será que você relaxa? Faz você se sentir poderoso? Da-lhe mais espaço? Pare algum tempo e realmente descubra o que é que você está recebendo a partir do seu hábito. Em seguida, venha com um novo comportamento de recompensa que seja positivo e que vai realmente fazer substituir o hábito com o comportamento de recompensa novo a fim de manter o seu subconsciente satisfeito.Se não ficar feliz, é provável que você comece novamente.

3) Saiba quais são suas motivações e dilemas. Dê uma boa olhada realmente no que você vai ganhar quando você parar com o hábito. Anote todas as recompensas maravilhosas que você vai ter e mantenha a vista, por perto. Além disso, anote os trade-offs. O que estará faltando se você continuar com esse hábito? O que você está perdendo por continuar? Se você mantiver as razões pelas quais você está parando em sua mente, você tê-los para voltar a cair quando a sua mente tenta convencê-lo de outra forma.

4) Saiba o que são os seus gatilhos ? Que situações ou eventos são gatilhos para o seu hábito? É importante conhecer esses gatilhos para que você possa evitá-los por um tempo quando você quiser parar de fumar, ou ter uma boa estratégia no lugar, quando eles vierem.Não seja pego de surpresa.

5) Visualize-se sem o hábito, dando ao seu comportamento nova recompensa.Imagine-o com todos os seus sentidos e todos os sentimentos maravilhosos de liberdade e realização que você vai ter quando parar. Isso irá criar um mapa mental novo para o seu subconsciente que a seguir já estará no local no dia do seu abandono daquele hábito.

Abandonar um hábito não é fácil, é realmente muito trabalho, ter tempo para fazer o que precede e ver se realmente vale a pena. É um grande desperdício de tempo continuar tentando e nunca realmente suceder. Assim, um pequeno esforço vale a pena.

Fonte:Terapia_DozePassos@yahoogrupos.com.br

quarta-feira, janeiro 05, 2011

terça-feira, janeiro 04, 2011

INIMIGOS

Normalmente, quando uma pessoa te incomoda, o mais natural é pensares mal dessa pessoa. Que ela poderia ter feito assim ou assado. Que ela poderia ter dito as coisas de outra maneira. Que ela poderia ter tido mais calma. Todos esses pensamentos fazem parte do fenómeno do «julgamento». Tu querias que a pessoa fizesse ou dissesse tudo à tua maneira. Que te convencesse. Que te deixasse confortável. Mas o Universo não é assim.

O íman que tens no peito, esse poderoso sensor energético que atrai tudo o que é para ti,das mais variadas formas, esse íman vai atrair naturalmente algo ou alguém que tu precisas para vivenciar as emoções daí advindas. Até aí penso que já sabes. O que talvez não saibas é que todas as situações que atrais têm como emoção principal a mesma emoção que vivenciaste noutras vidas e na tua infância.

Isto quer dizer o quê? Que esta pessoa ou situação que está agora à tua frente tem a chave do teu mais recôndito segredo. Tem a chave do teu karma. Se aceitares que esta pessoa ou situação faz parte da tua vida, que foi atraída por ti para que possas fazer soltar essa emoção e que isso é a prioridade absoluta… Que ela está à tua frente para te ajudar na tua prioridade… Que está aí, para o bem ou para o mal, para fazer saltar a tua densidade…

Ela só pode ser uma alma companheira, daquelas que ainda na nuvem, antes de encarnarem, trocaram as mais incríveis confidências. Ela só pode ser uma alma amiga. Se parares de a julgar, de a culpar pelo que ela te veio fazer sentir… Se parares de a julgar e perceberes que ela veio ajudar-te… Imediatamente irás retirar o foco dela e do que ela te faz passar e transferi-lo para o teu peito, que está indeciso entre processar uma emoção enorme ou bloquear para sempre – quando a mente manda no coração, acontecem casos destes.

E ao colocares a concentração em ti, no teu peito, irás viver uma dor tremenda, da qual tinhas andado a fugir. Mas depois da dor passar – porque passa sempre –ganhas mais uma dimensão da tua vida. De cada vez que se ultrapassa um bloqueio na densidade, avança-se uma dimensão na luz. Da próxima vez que olhares para a pessoa que te causou dor, saberás que foi uma lição. E saberás responder. E saberás agradecer. Com a lição aprendida.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde
de Alexandra Solnado

domingo, janeiro 02, 2011

Entendendo a Irritação

Todos nós temos necessidades emocionais - e algumas vezes estamos mais vulneráveis que em outras. É quando o modo de encarar os problemas pode ser o seu maior aliado. Como você lida com a irritação, o estresse e a baixa auto-estima? Você os coloca de lado ou os encara de frente esperando o melhor? Nosso guia ajudará você a aprimorar o modo de agir e tornar-se mestre em ver oportunidades diante dos problemas. Nós também mostramos alguns exercícios de relaxamento que você deve experimentar. Respire fundo!

Alguns comparam a saúde emocional a um jardim: precisa de pequenos cuidados, constantemente. No Saúde Emocional você encontrará informações sobre experiências que vivemos no dia-a-dia, bem como técnicas para lidar com os problemas e instrumentos interativos para ajudá-lo. Os tópicos principais incluem a irritação, relacionamentos, auto-estima, sono, problemas sexuais e o estresse; tudo levando em conta o bom senso, bem como as perspectivas que podem ser novas para você. Vamos começar com a irritação!





Controle da irritação

Controlando a irritação - antes que ela controle você Todos nós já sentimos e sabemos o que é a irritação: seja como um aborrecimento passageiro ou um ódio avassalador.

A irritação é um sentimento humano completamente normal e, na maioria das vezes, saudável. Mas quando perdemos o controle, torna-se destrutiva e pode causar problemas no trabalho, nos relacionamentos pessoais e na qualidade de vida. Pode fazer você se sentir como se estivesse sujeito a um sentimento forte e imprevisível.





O que é a irritação?

A irritação é um estado emocional que varia em intensidade, desde a excitação leve até a fúria e o ódio. Como os outros sentimentos, é acompanhada por alterações fisiológicas e biológicas; quando você está chateado, a sua freqüência cardíaca e a pressão arterial aumentam, bem como os níveis de hormônios responsáveis pela energia do organismo, a adrenalina e a noradrenalina.

Pode ser causada por fenômenos internos ou externos. Você pode ficar irritado com determinada pessoa (como um colega de trabalho ou seu supervisor), com um acontecimento (congestionamentos, cancelamento de vôos), ou a sua raiva pode ser causada pela preocupação com os problemas pessoais. As lembranças de eventos traumáticos ou irritantes também podem desencadear sentimentos de raiva.







Manifestando a irritação



A forma natural e instintiva de expressar a raiva é responder agressivamente. Trata-se de uma resposta adaptativa e natural às ameaças; em geral, provoca comportamentos e sentimentos de agressividade, que nos permitem lutar para nos defender quando somos atacados. Portanto, uma certa irritabilidade é fundamental para a nossa sobrevivência.

Por outro lado, não podemos agredir todas as pessoas ou objetos que nos desagradam; as leis, o bom senso e as normas sociais limitam até onde podemos chegar. Os indivíduos utilizam vários mecanismos conscientes e subconscientes para lidar com a irritação. Os três principais processos são a expressão, a supressão e o relaxamento. Expressar a irritação de um modo positivo - em vez de agressivo - é a maneira mais saudável.

Para tanto, é preciso ter em mente quais são os seus objetivos e como alcançá-los sem machucar outras pessoas. Ter uma atitude positiva não significa ser exigente ou controlador em excesso; na verdade, significa respeitar a si e aos outros. A irritação pode ser suprimida e, em seguida, convertida ou redirecionada. Isso acontece quando você agüenta firme, pára de pensar nos problemas e concentra-se em algo positivo. O objetivo é inibir ou suprimir a irritação, convertendo-a num modo de agir construtivo. Nesse tipo de resposta, o perigo é que, quando você não manifesta os sentimentos, eles podem se interiorizar, causando a elevação da pressão arterial ou depressão.

A não expressão da irritação pode provocar outros problemas, como algumas expressões patológicas desse sentimento, dentre as quais destacam-se o comportamento agressivo-passivo (atingindo as pessoas indiretamente, sem explicar-lhes o porquê, em vez de confrontá-las) e um transtorno da personalidade no qual o indivíduo encontra-se sempre hostil e sarcástico. As pessoas que estão constantemente diminuindo as outras, criticando tudo e fazendo comentários depreciativos não sabem como expressar a irritação de modo construtivo.

Não é de surpreender, portanto, que não tenham muito sucesso nos seus relacionamentos. Finalmente, você pode se tornar alguém mais tranqüilo. Isso significa não apenas controlar o comportamento, mas também controlar as suas respostas interiores, seguindo passos para reduzir a freqüência cardíaca, acalmar-se e esfriar a cabeça. Quando nenhuma dessas técnicas funciona, alguém - ou algo - sairá machucado.











Controle da irritação



O objetivo do controle da irritação é reduzir os distúrbios emocionais e fisiológicos causados por ela. Você não pode se livrar ou evitar as coisas ou as pessoas que chateiam você, nem pode mudá-las, mas pode aprender a controlar as suas reações. Você está muito chateado?

Existem testes psicológicos que quantificam a intensidade da raiva, a tendência à irritação e a dificuldade para lidar com os problemas. Mas é bem provável que, se você tem esse tipo de dificuldade, já esteja sabendo. Se você se vê agindo como se estivesse fora de controle, pode precisar de ajuda para encontrar melhores formas de lidar com os seus sentimentos. O que leva as pessoas a agirem dessa maneira?

Várias coisas. Uma das causas pode ser genética ou fisiológica; existem evidências de que algumas crianças nascem com maior tendência à irritação, sensibilidade e vulnerabilidade, e esses sinais podem ser percebidos desde cedo. Outros fatores podem ser sócio-culturais. Em geral, vê-se a raiva como um sentimento negativo; mostramos que é normal expressar ansiedade, depressão ou outras emoções, mas não a irritação. Isso resulta no fato de que não aprendemos a lidar com ela de forma construtiva. Algumas pesquisas demonstram que o ambiente familiar desempenha um papel importante. De forma geral, as pessoas que se irritam com facilidade vêm de famílias desordenadas e sem habilidade para lidar com os problemas.

Quais estratégias você pode usar para evitar a irritação?

Relaxamento

Algumas técnicas simples de relaxamento, como respirar profundamente e pensar em imagens relaxantes, podem ajudá-lo a acalmar-se. Existem livros e cursos que ensinam técnicas de relaxamento, e após aprendê-las você pode usá-las em qualquer situação. Se você faz parte de uma relação na qual ambos os parceiros são temperamentais, pode ser uma boa idéia para ambos aprender essas técnicas.









Alguns passos simples que você pode tentar

Respire fundo, com o diafragma; respirando com o tórax não lhe permite relaxar. Tente respirar, inspirando profundamente e expirando com a barriga.
Repita devagar uma palavra ou frase de tranqüilidade, como 'relaxe', 'tenha calma'. Repita enquanto respira fundo.
Use a imaginação; visualize um ambiente relaxante, uma praia de uma ilha deserta (onde você pode estar com a pessoa que ama), use a sua memória ou imaginação.
Exercícios leves, semelhantes à yoga, podem relaxar os músculos e fazê-lo sentir-se mais calmo. Pratique essas técnicas diariamente. Aprenda a usá-las automaticamente quando estiver em situações de estresse.




Reestruturação cognitiva

Em outras palavras, significa mudar o seu modo de pensar. Pessoas irritadas tendem a agir conforme os sentimentos interiores. Quando você está chateado, o seu pensamento pode tornar-se exagerado e extremamente dramático. Tente substituir essas idéias por atitudes racionais. Em vez de dizer para si mesmo, 'que terrível, está tudo acabado', por exemplo, experimente falar 'que frustrante, é compreensível que eu esteja chateado, mas não é o fim do mundo e ficar assim não vai resolver nada'. Tenha cuidado com palavras como 'nunca' ou 'sempre' quando estiver falando sobre você ou outras pessoas. 'Esse aparelho nunca funciona', ou 'você sempre esquece tudo' também servem para justificar a sua irritação e fazem você acreditar que não há como resolver os problemas. Além disso, separa você dos outros e humilha pessoas que podem querer ajudá-lo a resolver a situação. Se você tem um amigo que está sempre atrasado, por exemplo, não parta para cima dele; pense naquilo que você quer alcançar (encontrar-se com seus amigos na mesma hora). Evite frases do tipo 'Você está sempre atrasado! Você é a pessoa mais irresponsável que já conheci!' A única coisa que você conseguirá é irritar o seu colega. Lembre-se que ficar chatedo não resolve nada, e não fará você se sentir melhor (pelo contrário, na verdade). A lógica é inimiga da irritação, tendo em vista que esta - mesmo quando justificada - provoca reações irracionais. Portanto, procure usar a lógica. É importante lembrar que o mundo 'não existe por sua causa', você apenas participa de alguns de seus problemas. Pense nisso sempre que estiver irritado, o que lhe ajudará a ter uma visão melhor das coisas.

Resolvendo os problemas

Algumas vezes a nossa irritação e frustração são causadas por problemas reais e dos quais não podemos fugir. Nem sempre a raiva é fora de propósito, sendo em muitos casos uma resposta saudável e natural às dificuldades. Existe ainda uma crença popular, de que cada problema tem uma solução, aumentando a nossa frustração até descobrirmos que isso não é verdade. A melhor atitude frente a essa situação é não nos concentramos apenas em encontrar a solução, mas sim em como lidar com o problema. Faça um planejamento e observe o progresso em direção ao seu objetivo. Dê o melhor de si, mas não se castigue caso os resultados não apareçam imediatamente. Se você se esforçar e encarar os obstáculos de frente, é pouco provável que perca a paciência e tenha uma visão de tudo-ou-nada, mesmo que não consiga resolver os problemas.









Melhor comunicação

Pessoas irritadas tendem a tirar conclusões, algumas das quais podem ser equivocadas. A primeira coisa a fazer, se você está numa discussão calorosa, é ir com calma e pensar bem antes de falar. Não diga a primeira coisa que vier à cabeça, relaxe e pense cuidadosamente no que você quer dizer. Ao mesmo tempo, ouça atentamente o que a outra pessoa está falando e reserve um tempo para pensar antes de responder. E lembre-se! Escutar é uma atitude de sabedoria....













Usando o humor





Algumas piadas podem ajudar a diminuir a irritação de várias formas. Em primeiro lugar, ajudam você a ter um outro ponto de vista dos problemas. Quando você está chateado e xinga alguém ou imagina alguma coisa sobre alguém, pare e imagine literalmente o que você disse. Se você está no trabalho e imagina um colega como uma lixeira ou uma ameba, por exemplo, pense num grande saco de lixo (ou numa ameba) sentada na mesa do seu colega, trabalhando e falando no telefone. Faça isso sempre que pensar algo sobre outra pessoa. Se conseguir, faça um desenho da situação. Assim, é possível livrar-se de grande parte da irritação no momento; e o humor sempre pode ser usado para melhorar a situação. Mas você deve ter dois cuidados. Primeiro, tente não apenas 'rir' dos seus problemas; em vez disso, use o humor para ajudá-lo a enfrentá-los de forma construtiva. Segundo, não se torne sarcástico; esta é outra forma nada saudável para expressar a irritação.

Dra. Elisabete Almeida -





Terapia_DozePassos@yahoogrupos.com.br